António Dargent de Campos Andrada ingressou na Direcção-Geral do Ordenamento e Gestão Florestal, actualmente Autoridade Florestal Nacional (AFN), em 1979.
O engenheiro Campos Andrada realizou diversos trabalhos de reconhecimento dos montados de sobro e azinho e de limitação das zonas de montado, tendo em vista a realização de um estudo sobre as respectivas potencialidades.
Trabalhou, igualmente, no projecto de recuperação e ordenamento do montado de sobro da Companhia das Lezírias.
Dedicou-se ao reconhecimento, prospecção e inventário de pragas florestais a sul do Tejo e trabalhou na delimitação em cartografia das variações das populações das pragas ao longo dos anos e à elaboração das respectivas cartas de distribuição.
Colaborou em acções desenvolvidas, no âmbito da União Europeia, relacionadas com a protecção da floresta contra os incêndios e no inventário dos danos causados à floresta portuguesa.
Entre 1990 e 1995, desempenhou as funções de inspector fitossanitário, junto de portos e aeroportos, para verificação de madeiras e produtos vegetais que necessitam da emissão de certificados fitossanitários, aquando da sua entrada em território comunitário.
Em 1995 aceitou o convite, pelo Instituto Superior de Agronomia, para leccionar o capítulo de pragas florestais, da disciplina de protecção florestal contra agentes bióticos e abióticos.
Colaborou no trabalho de conservação dos recursos genéticos do sobreiro, que a Estação Florestal Nacional levou a cabo com a AFN, no âmbito da Resolução 2 da Conferência Ministerial de Estrasburgo para a Protecção das Florestas da Europa.
Actualmente, o engenheiro Campos Andrada é o responsável, dentro da estrutura da AFN, pela classificação e desclassificação de Árvores de Interesse Público, no território continental, e pelo cumprimento das leis que regem estas árvores.
Colabora, igualmente, com o Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa no apoio à decisão de vários casos relacionados com queda de árvores na via pública.
Oradores Convidados do Seminário Árvores Monumentais: Importância e Conservação — António Campos Andrada
António Dargent de Campos Andrada ingressou na Direcção-Geral do Ordenamento e Gestão Florestal, actualmente Autoridade Florestal Nacional (AFN), em 1979.
O engenheiro Campos Andrada realizou diversos trabalhos de reconhecimento dos montados de sobro e azinho e de limitação das zonas de montado, tendo em vista a realização de um estudo sobre as respectivas potencialidades.
Trabalhou, igualmente, no projecto de recuperação e ordenamento do montado de sobro da Companhia das Lezírias.
Dedicou-se ao reconhecimento, prospecção e inventário de pragas florestais a sul do Tejo e trabalhou na delimitação em cartografia das variações das populações das pragas ao longo dos anos e à elaboração das respectivas cartas de distribuição.
Colaborou em acções desenvolvidas, no âmbito da União Europeia, relacionadas com a protecção da floresta contra os incêndios e no inventário dos danos causados à floresta portuguesa.
Entre 1990 e 1995, desempenhou as funções de inspector fitossanitário, junto de portos e aeroportos, para verificação de madeiras e produtos vegetais que necessitam da emissão de certificados fitossanitários, aquando da sua entrada em território comunitário.
Em 1995 aceitou o convite, pelo Instituto Superior de Agronomia, para leccionar o capítulo de pragas florestais, da disciplina de protecção florestal contra agentes bióticos e abióticos.
Colaborou no trabalho de conservação dos recursos genéticos do sobreiro, que a Estação Florestal Nacional levou a cabo com a AFN, no âmbito da Resolução 2 da Conferência Ministerial de Estrasburgo para a Protecção das Florestas da Europa.
Actualmente, o engenheiro Campos Andrada é o responsável, dentro da estrutura da AFN, pela classificação e desclassificação de Árvores de Interesse Público, no território continental, e pelo cumprimento das leis que regem estas árvores.
Colabora, igualmente, com o Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa no apoio à decisão de vários casos relacionados com queda de árvores na via pública.