Autores
O blogue começa com quatro autores, o Paulo Araújo, o José Rui Fernandes (ambos no Porto), o Miguel Rodrigues e o Pedro Nuno Teixeira Santos (ambos no Algarve). Mas não podemos estar em todo lado e gostaríamos de ter colaboradores de todo o país a escrever sobre as árvores de outras regiões. Se acha que nos pode ajudar, por favor contacte-nos.
Sócios
Resolvida a burocracia natural de uma pequena associação, já podemos aceitar associados. Invista parte do seu tempo na descoberta e defesa do património arbóreo do nosso país. Partilhe o seu amor pelas árvores, inscreva-se como sócio da Árvores de Portugal. Preencha o formulário de adesão.
Registo de Árvores
Estamos a trabalhar activamente no site para o Registo Nacional de Árvores Notáveis, que ficará alojado no endereço arvores.org (ainda não disponível). Precisamos da ajuda de todos para conhecer e dar a conhecer as árvores notáveis do nosso país. Não se pode proteger aquilo que não se conhece.
Problemas?
Esta página é recente e apesar de ter sido bastante testada podem persistir alguns erros, ou algumas funcionalidades que não são realmente úteis. Se tiver dificuldades ou problemas na utilização desta página, alguma sugestão ou se extraordinariamente se cruzar com algum erro, agradecíamos muito que nos contactassem.




No Fim de Portugal
Quando aqui se chega tem-se aquela sensação que Portugal acaba aqui. Talvez porque a estrada não tem saída e quase tudo o que se avista sejam terras de Espanha.
Claro que este desabafo pouco sentido faz… Tendo o país limites bem definidos, não tem um princípio, nem um fim; ou tem um milhar de princípios e um milhar de pontos finais.
Mas naquela tarde de Agosto pareceu-me a mim, e a quem me acompanhava, que Portugal acabava ali…Ali, no lugar de Pousafoles, na freguesia de Fiães (Melgaço), junto à capela de Nossa Senhora do Alívio.
E foi à sombra dos carvalhos-alvarinhos (Quercus robur L.) que crescem no adro da capela, que procurámos alívio para a canícula.
Resguardado sob a folhagem, dei comigo a pensar que, tendo como exemplo este fim de Portugal, se poderia construir um outro país. Um país onde, como aqui, se respeitasse a vontade das árvores e onde se compreendesse que estas nada retiram, em monumentalidade, ao que o Homem constrói.