No lugar da árvore. No lugar do ouvido.
No lugar do chão. Unidade crepitante
no silêncio aberto no Trânsito. Tronco, calma
bomba indeflagrável, dádiva da identidade.
—António Ramos Rosa
No lugar da árvore. No lugar do ouvido.
No lugar do chão. Unidade crepitante
no silêncio aberto no Trânsito. Tronco, calma
bomba indeflagrável, dádiva da identidade.
—António Ramos Rosa
É sempre bom ver as árvores localizadas!
Obrigado, Rui Pedro.
Vou considerar a sua sugestão e conseguir uma forma de identificar as árvores das minhas fotografias.
As que estão neste post encontram-se no Jardim da Fundação Calouste Gulbenkian — Lisboa, perto do Lago Central.
Obrigado!