Esta é apenas a maior alfarrobeira (Ceratonia siliqua L.) do país. Não só é a maior, como o seu porte supera largamente qualquer outro espécime notável da mesma espécie, referenciado no nosso país.
Trata-se de um exemplar classificado como Árvore de Interesse Público, sob o qual tivemos a oportunidade de nos deliciar com a sua esmagadora beleza. Mas não é por acaso que ostenta tal beleza de copa ou que apresenta um estado vegetativo invejável, por tantas outras árvores muito mais novas.
Estas vantagens deve-as ao cuidado e carinho com que foi e é tratada, e ao facto de não ter sofrido as tão vulgares e apregoadamente necessárias podas. Aparentemente, a este colossal ancião não lhe fazem, nem fizeram falta nenhuma. E está com saúde para viver mais do que todos nós!
Mais imagens e informações no Árvores Monumentais do Algarve e Baixo Alentejo.




Estou sem palavras! Linda, lindíssima alfarrobeira. Que bom saber que é apreciada e cuidada!
Dava uma ovação de pé a essa Senhora.
Que coisa fantástica.
Parece que um monstro rompeu a terra e se levantou imponentemente.
Merecia uma melhor envolvencia, mas por agora contentamo-nos com apenas a sua presença :-)
Abraço
E a todas as pessoas que, durante séculos, souberam cuidar dela. Infelizmente, ao que se tem visto, muitas das árvores monumentais que hoje existem, não chegarão aos nossos filhos e netos.
Fenomenal. Vai para a minha lista de preferidas. Excelente trabalho.
Magnífica, um verdadeiro monumento!
Colossal.
Colocámos há 5 anos no Surfal junto de Quercus e Pinus existentes identica que foi retirada antes da via do infante ser construida no troço entre Albufeira e Lagos .
é uma árvore maravilhosa que no Algarve tem vindo a desaparecer pois os seus frutos são a baixo prêço embora tenham inúmeras aplicações na cosmética,em colas industriais,em doçaria ( Algarve ) e outras.
Para lá da sua grande utilizade no equilibrio da natureza a alfarrobeira proporciona ainda a boa madeira ( lenha ) paraos fogões de sala e belas sombras paraumas boas sonecas nas tardes solarengas.
Os mais antigos dedicavam-lhe mais cuidado,como a limpesa dos ramos e
a remoção de ervas daninhas e espinhos para melhor infiltração das águas, hoje em dia os jovens fogem da agricultura pois não é compensatória e assim o seu desaparecimento.