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	<title>Comentários em: Ainda Sobre o Abate das Árvores no Jardim do Príncipe Real</title>
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	<description>Site da Associação Árvores de Portugal</description>
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	<item>
		<title>Por: António Manuel de Pa</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2009/12/ainda-sobre-o-abate-das-arvores-no-jardim-do-principe-real/comment-page-1/#comment-1011</link>
		<dc:creator>António Manuel de Pa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 22:12:48 +0000</pubDate>
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		<description>Apenas uma nota técnica: A árvore do género Ficus, classificada como &quot;Ficus macrophylla&quot; é de facto um Ficus microcarpa.
Sei isto porque trabalhei muitos anos em Macau, onde estas árvores são muito frequentes, quer plantadas, quer espontâneas.
António Saraiva</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Apenas uma nota técnica: A árvore do género Ficus, classificada como &#8220;Ficus macrophylla&#8221; é de facto um Ficus microcarpa.<br />
Sei isto porque trabalhei muitos anos em Macau, onde estas árvores são muito frequentes, quer plantadas, quer espontâneas.<br />
António Saraiva</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Preocupante Requalificação de Jardim em Loulé</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2009/12/ainda-sobre-o-abate-das-arvores-no-jardim-do-principe-real/comment-page-1/#comment-575</link>
		<dc:creator>Preocupante Requalificação de Jardim em Loulé</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Apr 2010 10:56:29 +0000</pubDate>
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		<description>[...] super­fi­cial, o rai­zame se situa, na sua maior parte, no pri­meiro metro de solo. No Jar­dim do Prín­cipe Real , caso muito polé­mico e medi­a­ti­zado, a inter­ven­ção ao nível dos solos é, ainda [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] super­fi­cial, o rai­zame se situa, na sua maior parte, no pri­meiro metro de solo. No Jar­dim do Prín­cipe Real , caso muito polé­mico e medi­a­ti­zado, a inter­ven­ção ao nível dos solos é, ainda [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Rui Pedro Lérias</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2009/12/ainda-sobre-o-abate-das-arvores-no-jardim-do-principe-real/comment-page-1/#comment-298</link>
		<dc:creator>Rui Pedro Lérias</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 00:53:00 +0000</pubDate>
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		<description>Tomei hoje conhecimento que foi iniciada a 24 de Novembro, logo no início dos trabalhos no jardim do Príncipe Real, uma petição sobre esta questão. Convido todos a lerem o texto e subscreverem se concordarem aqui: 
http://www.petitiononline.com/prpreal/petition.html

Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009, vai decorrer às 21h00 uma sessão pública de esclarecimento sobre o que se passa no Jardim do Príncipe Real. no auditório Quintanilha na ex-FCUL à rua da Escola Politécnica (entrada pelo caminho para o Jardim Botânico).

Foram convidados para este debate várias entidades envolvidas no projecto: 
Presidente e vereador do pelouro dos espaços verdes da CML, IGESPAR, Autoridade Florestal Nacional, Junta de freguesia das Mercês,e orgãos da comunicação social.

Descobri que um grupo de &quot;Amigos do Príncipe Real&quot; tem se mobilizado para defender o Jardim e perceber o que se passa. Convidaram-me a estar presente no debate e tentarei não faltar.

Fica aqui também a informação para que todos os que queiram possam participar. Serão todos certamente bem vindos.

Conseguir este debate é uma vitória, para que se perceba que há quem ame os nossos jardins e o defenda. Que as árvores em Lisboa não desaparecem sem que alguém note e as chore. E nem tudo está encerrado sobre o Jardim. É preciso perceber exactamente o que é que a Camara quer fazer.

Talvez com iniciativas populares como esta se consiga evitar barabaridades futuras.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tomei hoje conhecimento que foi iniciada a 24 de Novembro, logo no início dos trabalhos no jardim do Príncipe Real, uma petição sobre esta questão. Convido todos a lerem o texto e subscreverem se concordarem aqui:<br />
<a href="http://www.petitiononline.com/prpreal/petition.html" rel="nofollow">http://www.petitiononline.com/prpreal/petition.html</a></p>
<p>Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009, vai decorrer às 21h00 uma sessão pública de esclarecimento sobre o que se passa no Jardim do Príncipe Real. no auditório Quintanilha na ex-FCUL à rua da Escola Politécnica (entrada pelo caminho para o Jardim Botânico).</p>
<p>Foram convidados para este debate várias entidades envolvidas no projecto:<br />
Presidente e vereador do pelouro dos espaços verdes da CML, IGESPAR, Autoridade Florestal Nacional, Junta de freguesia das Mercês,e orgãos da comunicação social.</p>
<p>Descobri que um grupo de &#8220;Amigos do Príncipe Real&#8221; tem se mobilizado para defender o Jardim e perceber o que se passa. Convidaram-me a estar presente no debate e tentarei não faltar.</p>
<p>Fica aqui também a informação para que todos os que queiram possam participar. Serão todos certamente bem vindos.</p>
<p>Conseguir este debate é uma vitória, para que se perceba que há quem ame os nossos jardins e o defenda. Que as árvores em Lisboa não desaparecem sem que alguém note e as chore. E nem tudo está encerrado sobre o Jardim. É preciso perceber exactamente o que é que a Camara quer fazer.</p>
<p>Talvez com iniciativas populares como esta se consiga evitar barabaridades futuras.</p>
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	<item>
		<title>Por: TalvezTeEscreva</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2009/12/ainda-sobre-o-abate-das-arvores-no-jardim-do-principe-real/comment-page-1/#comment-294</link>
		<dc:creator>TalvezTeEscreva</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 15:41:07 +0000</pubDate>
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		<description>«Com o abate das árvo­res do Prín­cipe Real caiu tam­bém, para mim, qual­quer ilu­são que tinha que o vere­a­dor Sá Fer­nan­des era um tipo dife­rente de polí­tico, alguém pre­o­cu­pado com a cida­da­nia e cor­recto fun­ci­o­na­mento das ins­ti­tui­ções. Tornou-se claro que a pes­soa que inter­veio com uma pro­vi­dên­cia cau­te­lar para garan­tir que o pro­cesso de deci­são sobre o túnel do Marquês de Pom­bal era legal e res­pei­tava as ins­ti­tui­ções não o fez por um amor supe­rior aos direi­tos dos cida­dãos e do seu poder de inter­ven­ção».
                                                                        .
Claro que não. Fê-lo porque precisava do mediatismo de uma causa fracturante para a sua própria projecção pessoal; para levar as pessoas a acreditarem que o Zé fazia falta na Câmara de Lisboa :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>«Com o abate das árvo­res do Prín­cipe Real caiu tam­bém, para mim, qual­quer ilu­são que tinha que o vere­a­dor Sá Fer­nan­des era um tipo dife­rente de polí­tico, alguém pre­o­cu­pado com a cida­da­nia e cor­recto fun­ci­o­na­mento das ins­ti­tui­ções. Tornou-se claro que a pes­soa que inter­veio com uma pro­vi­dên­cia cau­te­lar para garan­tir que o pro­cesso de deci­são sobre o túnel do Marquês de Pom­bal era legal e res­pei­tava as ins­ti­tui­ções não o fez por um amor supe­rior aos direi­tos dos cida­dãos e do seu poder de inter­ven­ção».<br />
                                                                        .<br />
Claro que não. Fê-lo porque precisava do mediatismo de uma causa fracturante para a sua própria projecção pessoal; para levar as pessoas a acreditarem que o Zé fazia falta na Câmara de Lisboa :)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Beatriz Katchi</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2009/12/ainda-sobre-o-abate-das-arvores-no-jardim-do-principe-real/comment-page-1/#comment-293</link>
		<dc:creator>Beatriz Katchi</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 10:43:54 +0000</pubDate>
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		<description>Incrível.... Custa acreditar!!!!!
O que é que se passa na cabeça destes senhores???
Sempre foi um local de referência de Lisboa.
Espero que ainda estejamos a tempo de inverter este disparate.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Incrível&#8230;. Custa acreditar!!!!!<br />
O que é que se passa na cabeça destes senhores???<br />
Sempre foi um local de referência de Lisboa.<br />
Espero que ainda estejamos a tempo de inverter este disparate.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Miguel Rodrigues</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2009/12/ainda-sobre-o-abate-das-arvores-no-jardim-do-principe-real/comment-page-1/#comment-284</link>
		<dc:creator>Miguel Rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 01:17:41 +0000</pubDate>
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		<description>No que refere ao parecer do IGESPAR (Ins­ti­tuto de Ges­tão do Patri­mó­nio ARQUITECTÓNICO e ARQUEOLÓGICO), não cheguei a perceber qual a autoridade com que se poderão pronunciar acerca das árvores dos espaços públicos. A não ser que possuam técnicos habilitados para tal. Possuem?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>No que refere ao parecer do IGESPAR (Ins­ti­tuto de Ges­tão do Patri­mó­nio ARQUITECTÓNICO e ARQUEOLÓGICO), não cheguei a perceber qual a autoridade com que se poderão pronunciar acerca das árvores dos espaços públicos. A não ser que possuam técnicos habilitados para tal. Possuem?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Pedro Nuno Teixeira Santos</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2009/12/ainda-sobre-o-abate-das-arvores-no-jardim-do-principe-real/comment-page-1/#comment-283</link>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 20:48:09 +0000</pubDate>
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		<description>Como diz o Rui Pedro, e muito bem, por vezes não é possível contornar o abate de árvores nas cidades. As pessoas devem estar conscientes de que, numa cidade, não se pode correr o risco de que uma árvore possa tombar e causar danos materiais avultados ou, pior, vítimas humanas. Para além desses danos, estaria criado o ambiente para &lt;i&gt;justificar&lt;/i&gt; a rolagem de dezenas de outras árvores.

Mas esta questão, ou seja, o abate de uma árvore por motivos fitossanitários, remete-nos para uma palavra: confiança. Confiança que os políticos tomaram a decisão com base em relatórios técnicos de seriedade inquestionável,  confiança de que os políticos não têm segundas intenções,...Ora, como muito bem se sabe, a confiança é daquelas coisas que só se perde uma vez!

Que confiança se pode ter em vereadores, como o Sr. Sá Fernandes, e no seu respeito pelo património arbóreo de Lisboa, quando o mesmo promoveu o abate de várias laranjeiras saudáveis, que não interferiam com nenhuma estrutura urbana, apenas para prolongar uma calçada? Com este tipo de antecedentes, Sá Fernandes deveria saber que as pessoas jamais acreditarão na sua bondade para com as árvores e com os jardins e que, agora como no futuro, as pessoas exigirão sempre provas escritas que sustentem as intervenções, deste executivo camarário, nos espaços verdes da cidade.

Mas, para além da confiança, também faz falta alguma humildade. A humildade de ouvir pessoas e instituições, a humildade de explicar.
Humildade que faltou, por exemplo, no caso da intervenção que envolve uma tipuana classificada, no Jardim de Santos, e a forma como esta foi anunciada como sendo (quase?) definitiva. Não saberá a CML aquilo a que obriga o Decreto-Lei n.º 28468/38 e a necessidade imperiosa da Autoridade Florestal Nacional autorizar qualquer intervenção numa árvore classificada? Ou dará a Câmara de Lisboa por garantida, antecipadamente, essa aprovação? Ou será que nem sequer ponderou (pondera) esse pedido de autorização?

Confiança e humildade, Sr. Sá Fernandes...Ainda sabe o que isso é?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como diz o Rui Pedro, e muito bem, por vezes não é possível contornar o abate de árvores nas cidades. As pessoas devem estar conscientes de que, numa cidade, não se pode correr o risco de que uma árvore possa tombar e causar danos materiais avultados ou, pior, vítimas humanas. Para além desses danos, estaria criado o ambiente para <i>justificar</i> a rolagem de dezenas de outras árvores.</p>
<p>Mas esta questão, ou seja, o abate de uma árvore por motivos fitossanitários, remete-nos para uma palavra: confiança. Confiança que os políticos tomaram a decisão com base em relatórios técnicos de seriedade inquestionável,  confiança de que os políticos não têm segundas intenções,&#8230;Ora, como muito bem se sabe, a confiança é daquelas coisas que só se perde uma vez!</p>
<p>Que confiança se pode ter em vereadores, como o Sr. Sá Fernandes, e no seu respeito pelo património arbóreo de Lisboa, quando o mesmo promoveu o abate de várias laranjeiras saudáveis, que não interferiam com nenhuma estrutura urbana, apenas para prolongar uma calçada? Com este tipo de antecedentes, Sá Fernandes deveria saber que as pessoas jamais acreditarão na sua bondade para com as árvores e com os jardins e que, agora como no futuro, as pessoas exigirão sempre provas escritas que sustentem as intervenções, deste executivo camarário, nos espaços verdes da cidade.</p>
<p>Mas, para além da confiança, também faz falta alguma humildade. A humildade de ouvir pessoas e instituições, a humildade de explicar.<br />
Humildade que faltou, por exemplo, no caso da intervenção que envolve uma tipuana classificada, no Jardim de Santos, e a forma como esta foi anunciada como sendo (quase?) definitiva. Não saberá a CML aquilo a que obriga o Decreto-Lei n.º 28468/38 e a necessidade imperiosa da Autoridade Florestal Nacional autorizar qualquer intervenção numa árvore classificada? Ou dará a Câmara de Lisboa por garantida, antecipadamente, essa aprovação? Ou será que nem sequer ponderou (pondera) esse pedido de autorização?</p>
<p>Confiança e humildade, Sr. Sá Fernandes&#8230;Ainda sabe o que isso é?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Pedro Nuno Teixeira Santos</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2009/12/ainda-sobre-o-abate-das-arvores-no-jardim-do-principe-real/comment-page-1/#comment-282</link>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 19:14:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.arvoresdeportugal.net/?p=1639#comment-282</guid>
		<description>Caro Carlos,

Essa é uma das características dos portugueses que mais me desagrada, a aversão às nossas origens. A ruralidade envergonha, tudo o que cheire a campo, tudo o que transpire portugalidade. Isso vê-se nas questões de arborização urbana, estou totalmente de acordo. Tal verifica-se, como refere, na aversão de tantas pessoas em relação às árvores (é assustador ver como milhões de portugueses se conformam em viver nas selvas de betão da Grande Lisboa e Porto), mas verifica-se, igualmente, na forma como se despreza o potencial ornamental de tantas espécies autóctones nos nossos jardins e arruamentos.

No entanto, a forma como as árvores são roladas está longe de ser um exclusivo nacional, basta, para tal, atravessar a fronteira. Aliás, penso que em todos os países em que tenham ocorrido alterações rápidas e dramáticas ao nível da ocupação do território, como as que ocorreram em Portugal nas últimas dezenas de anos, haverá uma certa dificuldade para que o urbano aceite e conviva com o rural.

Em relação ao blogue e à Associação Árvores de Portugal, queremos que funcione não apenas como um &lt;i&gt;muro das lamentações&lt;/i&gt;, mas que inspire os que, como nós, gostam de árvores, para que usem esse amor na defesa diária das árvores e na passagem desse sentimento aos outros, nomeadamente aos mais novos. Aqueles que, no futuro, poderão fazer a diferença...

Cumprimentos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Carlos,</p>
<p>Essa é uma das características dos portugueses que mais me desagrada, a aversão às nossas origens. A ruralidade envergonha, tudo o que cheire a campo, tudo o que transpire portugalidade. Isso vê-se nas questões de arborização urbana, estou totalmente de acordo. Tal verifica-se, como refere, na aversão de tantas pessoas em relação às árvores (é assustador ver como milhões de portugueses se conformam em viver nas selvas de betão da Grande Lisboa e Porto), mas verifica-se, igualmente, na forma como se despreza o potencial ornamental de tantas espécies autóctones nos nossos jardins e arruamentos.</p>
<p>No entanto, a forma como as árvores são roladas está longe de ser um exclusivo nacional, basta, para tal, atravessar a fronteira. Aliás, penso que em todos os países em que tenham ocorrido alterações rápidas e dramáticas ao nível da ocupação do território, como as que ocorreram em Portugal nas últimas dezenas de anos, haverá uma certa dificuldade para que o urbano aceite e conviva com o rural.</p>
<p>Em relação ao blogue e à Associação Árvores de Portugal, queremos que funcione não apenas como um <i>muro das lamentações</i>, mas que inspire os que, como nós, gostam de árvores, para que usem esse amor na defesa diária das árvores e na passagem desse sentimento aos outros, nomeadamente aos mais novos. Aqueles que, no futuro, poderão fazer a diferença&#8230;</p>
<p>Cumprimentos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Pedro Arrabaça</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2009/12/ainda-sobre-o-abate-das-arvores-no-jardim-do-principe-real/comment-page-1/#comment-277</link>
		<dc:creator>Pedro Arrabaça</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 12:42:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.arvoresdeportugal.net/?p=1639#comment-277</guid>
		<description>É de facto insuportável ser-se tratado como idiota, ser enganado por cima e perceber tudo desde o primeiro minuto. O mínimo que podia ser feito pela CML nesta altura era discutir publicamente o projecto que está na manga. Esperamos que não esteja cheio de necessidades de afirmação, como as casotas-design nas tipuanas de Santos. O comentário do Carlos enquadra muito bem o nosso pavor arbóreo: temos muita vergonha da lama que trazemos agarrada às solas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É de facto insuportável ser-se tratado como idiota, ser enganado por cima e perceber tudo desde o primeiro minuto. O mínimo que podia ser feito pela CML nesta altura era discutir publicamente o projecto que está na manga. Esperamos que não esteja cheio de necessidades de afirmação, como as casotas-design nas tipuanas de Santos. O comentário do Carlos enquadra muito bem o nosso pavor arbóreo: temos muita vergonha da lama que trazemos agarrada às solas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Victor</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2009/12/ainda-sobre-o-abate-das-arvores-no-jardim-do-principe-real/comment-page-1/#comment-276</link>
		<dc:creator>Victor</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 03:35:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.arvoresdeportugal.net/?p=1639#comment-276</guid>
		<description>Em Abrantes, no largo onde moro, houve abate total das bétulas de que sempre me lembro. Muitas poderiam continuar, ms o arboricídio  total  foi decidido sem dizer &quot;água vai&quot;.
Ver que a minha tristeza e indignação era partilhada por mais gente não foi consolo para a selvajaria.
Se tivesse havido um processo como o que refere, com a participação dos cidadãos, tudo seria mais suportável. Já não se lhes pede sensibilidade e bom gosto, mas mero bom senso e algum respeito pelos outros.
Muitos parabéns pelo seu &quot;post&quot; e pelo blog.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em Abrantes, no largo onde moro, houve abate total das bétulas de que sempre me lembro. Muitas poderiam continuar, ms o arboricídio  total  foi decidido sem dizer &#8220;água vai&#8221;.<br />
Ver que a minha tristeza e indignação era partilhada por mais gente não foi consolo para a selvajaria.<br />
Se tivesse havido um processo como o que refere, com a participação dos cidadãos, tudo seria mais suportável. Já não se lhes pede sensibilidade e bom gosto, mas mero bom senso e algum respeito pelos outros.<br />
Muitos parabéns pelo seu &#8220;post&#8221; e pelo blog.</p>
]]></content:encoded>
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