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	<title>Comentários em: O Sobreiro da Aldeia de Cabeça</title>
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	<description>Site da Associação Árvores de Portugal</description>
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	<item>
		<title>Por: Marco Ferreira</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2009/12/o-sobreiro-da-aldeia-de-cabeca/comment-page-1/#comment-868</link>
		<dc:creator>Marco Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 11:50:40 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigado pela rapidez da resposta.
Apesar de não haver garantia de sucesso acho que seria uma boa ideia tentar. Não tenho presentes os critérios para a classificação de uma árvore, mas numa consulta rápida à base de dados da AFN encontrei muitos sobreiros de menores dimensões, (mais frondosos é verdade) já classificados. Dado que existe um percurso pedestre assinalado pelo PNSE que passa ali muito perto, seria mais um motivo de interesse para o percurso, mas também mais uma pequena promoção à aldeia de Cabeça...

Cumprimentos,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado pela rapidez da resposta.<br />
Apesar de não haver garantia de sucesso acho que seria uma boa ideia tentar. Não tenho presentes os critérios para a classificação de uma árvore, mas numa consulta rápida à base de dados da AFN encontrei muitos sobreiros de menores dimensões, (mais frondosos é verdade) já classificados. Dado que existe um percurso pedestre assinalado pelo PNSE que passa ali muito perto, seria mais um motivo de interesse para o percurso, mas também mais uma pequena promoção à aldeia de Cabeça&#8230;</p>
<p>Cumprimentos,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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		<title>Por: Pedro Nuno Teixeira Santos</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2009/12/o-sobreiro-da-aldeia-de-cabeca/comment-page-1/#comment-867</link>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 21:03:08 +0000</pubDate>
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		<description>Boa noite Marco,

Aquando da visita, decidimos não propor esta árvore porque, com base em casos similares de árvores vítimas de incêndios, duvidámos, na altura, que a AFN procedesse à respectiva classificação.

No entanto, não é um caso encerrado e podemos explicar a situação previamente à AFN e ver da abertura deles para ponderar a classificação deste sobreiro. Se nos for dada esperança, podemos ponderar fazer esse pedido.

Cumprimentos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa noite Marco,</p>
<p>Aquando da visita, decidimos não propor esta árvore porque, com base em casos similares de árvores vítimas de incêndios, duvidámos, na altura, que a AFN procedesse à respectiva classificação.</p>
<p>No entanto, não é um caso encerrado e podemos explicar a situação previamente à AFN e ver da abertura deles para ponderar a classificação deste sobreiro. Se nos for dada esperança, podemos ponderar fazer esse pedido.</p>
<p>Cumprimentos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marco Ferreira</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2009/12/o-sobreiro-da-aldeia-de-cabeca/comment-page-1/#comment-866</link>
		<dc:creator>Marco Ferreira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 20:24:20 +0000</pubDate>
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		<description>Tive a oportunidade de visitar este sobreiro recentemente. Fabuloso sem dúvida, apesar de estar longe dos 40 metros!
Propuseram a sua classificação como árvore de interesse publico à AFN?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tive a oportunidade de visitar este sobreiro recentemente. Fabuloso sem dúvida, apesar de estar longe dos 40 metros!<br />
Propuseram a sua classificação como árvore de interesse publico à AFN?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Pedro Nuno Teixeira Santos</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2009/12/o-sobreiro-da-aldeia-de-cabeca/comment-page-1/#comment-279</link>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 17:13:16 +0000</pubDate>
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		<description>Tenho memória, se não me engano, de ter visto tal programa. Não me recordo da espécie, mas é provável que fossem castanheiros.

Nas Beiras abundam, nomeadamente na zona da Guarda, dezenas de castanheiros velhos, com profundas cavidades ao nível do tronco. Tanto quanto sei, este processo, faz parte do envelhecimento natural da árvore e, por si só, não representa qualquer ameaça à longevidade da mesma. Excepto quando as pessoas aproveitam essas cavidades para a deposição de lixo, situação deplorável mas recorrente, as quais favorecem o acumular de humidade no interior dos troncos.

Infelizmente, a situação aqui é um pouco mais dramática pois este sobreiro já ardeu por duas vezes, sendo que, na última dessas ocasiões, o fogo esteve a consumir o interior da árvore, de forma lenta, durante várias horas - isto segundo relatos de naturais da aldeia com os quais trocámos opiniões sobre a árvore. Isto é, neste caso, as cavidades não resultaram de um processo lento, e natural, de envelhecimento da árvore, mas da destruição/carbonização de parte significativa da madeira do tronco. Em particular, na base do mesmo.

No entanto, apesar de esta não ter sido uma situação com origem natural, isso em nada interfere com a sua possível utilidade no presente para o espécime em causa. Ou seja, estas cavidades poderão ser mesmo um dos factores que estejam a ajudar este sobreiro a resistir às adversidades climatéricas, apesar dos danos que este sofreu devidos ao fogo.

Teria que ser algo a analisar por especialistas nestes gigantes centenários...O problema é que me parece que, em termos de árvores velhas, ainda estamos no início da viagem para as compreender e como algumas das suas características actuam favorecendo a sua longevidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho memória, se não me engano, de ter visto tal programa. Não me recordo da espécie, mas é provável que fossem castanheiros.</p>
<p>Nas Beiras abundam, nomeadamente na zona da Guarda, dezenas de castanheiros velhos, com profundas cavidades ao nível do tronco. Tanto quanto sei, este processo, faz parte do envelhecimento natural da árvore e, por si só, não representa qualquer ameaça à longevidade da mesma. Excepto quando as pessoas aproveitam essas cavidades para a deposição de lixo, situação deplorável mas recorrente, as quais favorecem o acumular de humidade no interior dos troncos.</p>
<p>Infelizmente, a situação aqui é um pouco mais dramática pois este sobreiro já ardeu por duas vezes, sendo que, na última dessas ocasiões, o fogo esteve a consumir o interior da árvore, de forma lenta, durante várias horas &#8211; isto segundo relatos de naturais da aldeia com os quais trocámos opiniões sobre a árvore. Isto é, neste caso, as cavidades não resultaram de um processo lento, e natural, de envelhecimento da árvore, mas da destruição/carbonização de parte significativa da madeira do tronco. Em particular, na base do mesmo.</p>
<p>No entanto, apesar de esta não ter sido uma situação com origem natural, isso em nada interfere com a sua possível utilidade no presente para o espécime em causa. Ou seja, estas cavidades poderão ser mesmo um dos factores que estejam a ajudar este sobreiro a resistir às adversidades climatéricas, apesar dos danos que este sofreu devidos ao fogo.</p>
<p>Teria que ser algo a analisar por especialistas nestes gigantes centenários&#8230;O problema é que me parece que, em termos de árvores velhas, ainda estamos no início da viagem para as compreender e como algumas das suas características actuam favorecendo a sua longevidade.</p>
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	<item>
		<title>Por: Rosa</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2009/12/o-sobreiro-da-aldeia-de-cabeca/comment-page-1/#comment-271</link>
		<dc:creator>Rosa</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 12:48:24 +0000</pubDate>
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		<description>No entanto, olhando para a copa parece bastante saudável. Ouvi em tempos o David Attenborough a falar das virtudes das árvores ôcas, acho que era num programa sobre os velhos carvalhos (podiam ser castanheiros não me lembro bem) ingleses. Dizia ele que o facto de serem ôcas não prejudicava em nada a sua saúde e trazia a vantagem de as tornar muito mais resistentes às condições climatéricas (ventos fortes) que muitas vezes são responsáveis pela queda das grandes árvores.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>No entanto, olhando para a copa parece bastante saudável. Ouvi em tempos o David Attenborough a falar das virtudes das árvores ôcas, acho que era num programa sobre os velhos carvalhos (podiam ser castanheiros não me lembro bem) ingleses. Dizia ele que o facto de serem ôcas não prejudicava em nada a sua saúde e trazia a vantagem de as tornar muito mais resistentes às condições climatéricas (ventos fortes) que muitas vezes são responsáveis pela queda das grandes árvores.</p>
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