Um dos principais objectivos da Associação Árvores de Portugal é identificar o maior número possível de exemplares monumentais e propô-los à Autoridade Florestal Nacional (AFN) para classificação como Árvores de Interesse Público, ao abrigo do Decreto-Lei nº 28 468 de 15/02/38.
Infelizmente, grande parte do nosso tesouro nacional de árvores monumentais perdeu-se para sempre, umas vezes devido a causas naturais, outras vezes devido ao abandono ou a outros factores de origem humana. A maioria destas árvores nunca chegou a ser conhecida do público.
Assim, para além de um trabalho mais intensivo que está a ser realizado na região Sul por dois elementos da associação (Árvores Monumentais do Algarve e do Baixo Alentejo), nas nossas deslocações pelo país procuramos e visitamos árvores de que tivemos conhecimento através de terceiros, nomeadamente por alguns dos nossos leitores. Obviamente que, sempre que podemos, visitamos também árvores já classificadas. Todo este trabalho é realizado de forma gratuita e voluntária.
Assim, foram já enviados quinze pedidos de classificação. Destes, quatro tiveram já parecer positivo e as árvores foram recentemente classificadas, esperando-se para breve a conclusão de mais alguns processos.
Embora tenhamos muitos mais exemplares para propor, optámos por dar prioridade àqueles que se encontravam em terreno público, pese embora alguns pertencentes a privados também tenham sido propostos. Numa próxima fase, iremos tentar entrar em contacto com vários proprietários, no sentido de os sensibilizar para a importância da protecção e preservação deste monumentos vivos. Uma vez conseguida a sua aquiescência, enviaremos as respectivas propostas.
Num processo de classificação, é sempre necessária a autorização do proprietário. Pela nossa parte tentaremos, sempre que nos seja possível, facilitar esta sensibilização.
No entanto, este colossal esforço de identificar, visitar e medir árvores dispersas por todo o país é, neste momento, incomportável para a nossa associação. Por isso, solicitamos a ajuda voluntária dos nossos sócios e de todas as pessoas que se preocupam com o desaparecimento acelerado deste património.
Esta ajuda poderá ser facilitada de duas formas:
- Envio de informação sobre exemplares arbóreos notáveis que possam vir a integrar o nosso Registo Nacional de Árvores Notáveis e, eventualmente, possam vir a ser classificadas.
- Ajuda ao financiamento dos trabalhos de campo, no montante que o colaborador entender enviar (NIB 0010 0000 44175960001 91).
O impacto positivo deste trabalho dependerá, quase exclusivamente, da colaboração e ajuda que conseguirmos mobilizar.
Apoie o movimento "Sobreiro: Árvore Nacional de Portugal" assinando e divulgando a petição criada para o efeito. Mantenha-se atento às novidades no blogue da campanha e na página do Facebook
Sócios
Resolvida a burocracia natural de uma pequena associação, já podemos aceitar associados.
Invista parte do seu tempo na descoberta e defesa do património arbóreo do nosso país. Partilhe o seu amor pelas árvores, inscreva-se como sócio da Árvores de Portugal. Preencha o formulário de adesão.
Registo de Árvores
Estamos a trabalhar activamente no site para o Registo Nacional de Árvores Notáveis, que ficará alojado no endereço arvores.org (ainda não disponível).
Precisamos da ajuda de todos para conhecer e dar a conhecer as árvores notáveis do nosso país. Não se pode proteger aquilo que não se conhece.
Facebook
Estamos no Facebook com uma página onde, depois de "gostarem de nós", podem publicar fotografias ou vídeos das vossas árvores preferidas, ou simplesmente escrever no nosso mural. Passem por lá e participem.
Árvores de Interesse Público Propostas pela Árvores de Portugal
Um dos principais objectivos da Associação Árvores de Portugal é identificar o maior número possível de exemplares monumentais e propô-los à Autoridade Florestal Nacional (AFN) para classificação como Árvores de Interesse Público, ao abrigo do Decreto-Lei nº 28 468 de 15/02/38.
Infelizmente, grande parte do nosso tesouro nacional de árvores monumentais perdeu-se para sempre, umas vezes devido a causas naturais, outras vezes devido ao abandono ou a outros factores de origem humana. A maioria destas árvores nunca chegou a ser conhecida do público.
Assim, para além de um trabalho mais intensivo que está a ser realizado na região Sul por dois elementos da associação (Árvores Monumentais do Algarve e do Baixo Alentejo), nas nossas deslocações pelo país procuramos e visitamos árvores de que tivemos conhecimento através de terceiros, nomeadamente por alguns dos nossos leitores. Obviamente que, sempre que podemos, visitamos também árvores já classificadas. Todo este trabalho é realizado de forma gratuita e voluntária.
Assim, foram já enviados quinze pedidos de classificação. Destes, quatro tiveram já parecer positivo e as árvores foram recentemente classificadas, esperando-se para breve a conclusão de mais alguns processos.
Embora tenhamos muitos mais exemplares para propor, optámos por dar prioridade àqueles que se encontravam em terreno público, pese embora alguns pertencentes a privados também tenham sido propostos. Numa próxima fase, iremos tentar entrar em contacto com vários proprietários, no sentido de os sensibilizar para a importância da protecção e preservação deste monumentos vivos. Uma vez conseguida a sua aquiescência, enviaremos as respectivas propostas.
Num processo de classificação, é sempre necessária a autorização do proprietário. Pela nossa parte tentaremos, sempre que nos seja possível, facilitar esta sensibilização.
No entanto, este colossal esforço de identificar, visitar e medir árvores dispersas por todo o país é, neste momento, incomportável para a nossa associação. Por isso, solicitamos a ajuda voluntária dos nossos sócios e de todas as pessoas que se preocupam com o desaparecimento acelerado deste património.
Esta ajuda poderá ser facilitada de duas formas:
- Envio de informação sobre exemplares arbóreos notáveis que possam vir a integrar o nosso Registo Nacional de Árvores Notáveis e, eventualmente, possam vir a ser classificadas.
- Ajuda ao financiamento dos trabalhos de campo, no montante que o colaborador entender enviar (NIB 0010 0000 44175960001 91).
O impacto positivo deste trabalho dependerá, quase exclusivamente, da colaboração e ajuda que conseguirmos mobilizar.