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	<title>Árvores de Portugal &#187; Árvores classificadas</title>
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	<description>Site da Associação Árvores de Portugal</description>
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		<title>A Urgência em Salvar uma Árvore</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 07:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Árvores de Portugal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As associações Árvores de Portugal e Transumância e Natureza fizeram o que se lhes pedia. Dentro das suas limitadas possibilidades, lançaram um comunicado para alertar quem pode (ainda) salvar o magnífico castanheiro de Guilhafonso, no concelho da Guarda. Aguardamos que a nossa urgência, a urgência de quem ama e quer salvar uma árvore com centenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As associações Árvores de Portugal e Transumância e Natureza fizeram o que se lhes pedia. Dentro das suas limitadas possibilidades, lançaram um <a href="http://www.arvoresdeportugal.net/2011/12/vamos-salvar-o-castanheiro-de-guilhafonso/">comunicado</a> para alertar quem pode (ainda) salvar o magnífico castanheiro de Guilhafonso, no concelho da Guarda. </p>
<p>Aguardamos que a nossa urgência, a urgência de quem ama e quer salvar uma árvore com centenas de anos, seja a mesma de quem tem nas mãos o seu presente e futuro.</p>
<p>(Fotografias de Ricardo Nabais &#8211; Novembro de 2011.)</p>
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		<title>Vamos Salvar o Castanheiro de Guilhafonso</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 12:39:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Árvores de Portugal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Perante as notícias na imprensa que referem a preocupante situação do castanheiro de Guilhafonso, no concelho da Guarda, as associações Árvores de Portugal e Transumância e Natureza, decidiram emitir o comunicado que a seguir se transcreve, a enviar, entre outras entidades, à Autoridade Florestal Nacional, Câmara Municipal da Guarda e Junta de Freguesia de Pera [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Perante as <a href="http://www.guarda.pt/noticias/sociedade/Paginas/habitantes-de-guilhafonso-preocupados-sade-de-castanheiro-gigante.aspx">notícias na imprensa</a> que referem a preocupante situação do castanheiro de Guilhafonso, no concelho da Guarda, as associações Árvores de Portugal e Transumância e Natureza, decidiram emitir o comunicado que a seguir se transcreve, a enviar, entre outras entidades, à Autoridade Florestal Nacional, Câmara Municipal da Guarda e Junta de Freguesia de Pera do Moço.<span id="more-5086"></span></p>
<blockquote><p>As associações Transumância e Natureza e Árvores de Portugal vêm, por meio deste comunicado, demonstrar a sua preocupação com os relatos que apontam o majestoso castanheiro de Guilhafonso, na freguesia de Pera do Moço, concelho da Guarda, como estando a sofrer de um acelerado processo de degradação.<br />
Confiantes que as causas para esse fenómeno possam ser revertidas, com a intervenção pronta de técnicos especializadas em fitopatologias relacionadas com esta nobre espécie, as ditas associações apelam à urgente intervenção da Autoridade Florestal Nacional, uma vez que estamos perante um espécime classificado como sendo de interesse público, desde 27 de outubro de 1971.<br />
De igual modo, uma vez que a árvore está localizada em espaço público, apelamos igualmente à intervenção da Junta de Freguesia de Pera do Moço e da Câmara Municipal da Guarda, no sentido de se envolverem diretamente na procura de uma solução para este caso, nomeadamente através da cobertura dos custos financeiros que a intervenção na árvore possa exigir.<br />
Estamos confiantes que as ditas instituições públicas saberão estar à altura das suas responsabilidades e zelar pela proteção de um património natural contemporâneo da Era dos Descobrimentos.</p>
<p>Algodres, 28 de novembro de 2011 </p>
<p>Associação Transumância e Natureza<br />
Associação Árvores de Portugal</p></blockquote>
<blockquote>
<p>(Fotografias da autoria de Pedro Nuno Teixeira Santos &#8211; Agosto de 2007.)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Tulipeiro dos Biscainhos</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 23:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este texto tem o seu quê de justiça, mas também de injustiça. Comecemos pela justiça, pela homenagem que pretende fazer a um dos mais belos tulipeiros (Liriodendron tulipifera L.) do nosso país, situado nos jardins do Museu dos Biscainhos, em Braga. O museu recebeu o nome do palácio onde foi instalado, construção original que data [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este texto tem o seu quê de justiça, mas também de injustiça. Comecemos pela justiça, pela homenagem que pretende fazer a um dos mais belos tulipeiros (<i>Liriodendron tulipifera</i> L.) do nosso país, situado nos jardins do Museu dos Biscainhos, em Braga.<span id="more-4851"></span></p>
<p>O museu recebeu o nome do palácio onde foi instalado, construção original que data do século XVII, mas cujo aspeto atual foi definido apenas na primeira metade do século XVIII. Os seus jardins, no qual se situa este tulipeiro recentemente classificado como <a href="http://www.afn.min-agricultura.pt/portal/ArvoresFicha?Processo=KNJ1/554&#038;Concelho=&#038;Freguesia=&#038;Distrito=" title="Ficha da Árvore de Interesse Público">árvore de interesse público</a>, são um dos exemplos mais significativos do período Barroco em Portugal. </p>
<p>Esta espécie, originária do leste dos Estados Unidos, tem diversos espécimes monumentais no norte de Portugal, sendo este um dos maiores de entre os que estão referenciados. A sua monumentalidade deriva, em parte, da sua antiguidade, sendo muito provavelmente a árvore representada no mapa da cidade de Braga, datado de 1775, cuja autoria é atribuída ao arquiteto André Soares. </p>
<p>De acordo com a informação que pesquisei, existia um segundo tulipeiro, plantado na mesma altura, situado no lado oposto da escadaria que se observa em duas das imagens, o qual morreu na década de 70 do século passado. No local onde este se localizava, foi plantado, em 1997, um novo tulipeiro, por decisão de Teresa de Almeida d’Eça, então diretora do Museu dos Biscainhos. Este exemplar é parcialmente visível na fotografia mais à direita.</p>
<p>A injustiça, a que aludia no início, deriva de não dedicar maior atenção, neste texto, a outras árvores existentes neste jardim, merecedoras de idêntico destaque, incluindo exemplares de espécies autóctones, como o carvalho-alvarinho (<i>Quercus robur </i>L.), e um dos mais bonitos castanheiros-da-índia (<i>Aesculus hippocastanum </i>L.) que conheço no nosso país.</p>
<p>Assim, e em resumo, não faltam motivos para visitar o Museu dos Biscainhos e os seus jardins. O charme do Barroco do norte de Portugal mantém-se intacto e irresistível.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Voltamos Sempre ao Lugar Onde Fomos Felizes</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 07:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[Carvalho-alvarinho (Quercus robur L.) situado na freguesia de Calvos, na Póvoa de Lanhoso, classificado como árvore de interesse público desde agosto de 1997.]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[Carvalho-alvarinho (<em>Quercus robur</em> L.) situado na freguesia de Calvos, na Póvoa de Lanhoso, classificado como <a title="Ficha da Árvore de Interesse Público " href="http://www.afn.min-agricultura.pt/portal/ArvoresFicha?Processo=KNJ1/325&amp;Concelho=&amp;Freguesia=&amp;Distrito=">árvore de interesse público</a> desde agosto de 1997.]</p>
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		<title>Uma Manhã de Domingo na Companhia das Árvores de Lisboa</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jun 2011 21:37:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Árvores de Portugal</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Sobre a associação]]></category>
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		<description><![CDATA[A nossa associação organiza, em parceria com a Loja de História Natural, uma visita às árvores de alguns parques e jardins da capital, no próximo dia 10 de Julho (Domingo). A actividade terá início às 9h e 30 minutos no Jardim Braamcamp Freire (Campo dos Mártires), estando o ponto de encontro programado para a parte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A nossa associação organiza, em parceria com a <i><a href="http://lojadehistorianatural.blogspot.com/">Loja de História Natural</a></i>, uma visita às árvores de alguns parques e jardins da capital, no próximo dia 10 de Julho (Domingo). A actividade terá início às 9h e 30 minutos no Jardim Braamcamp Freire (Campo dos Mártires), estando o ponto de encontro programado para a parte superior do dito jardim, à sombra da grande bela-sombra do topo Norte do jardim, entre o campo de jogos e o parque infantil (em frente ao número 102 do Campo dos Mártires da Pátria).</p>
<p>A visita é gratuita e terá como guia Rui Pedro Lérias, biólogo com experiência na divulgação do património botânico de Lisboa.<span id="more-4666"></span></p>
<p>O percurso começará no Jardim do Campo dos Mártires e seguirá até ao Jardim do Príncipe Real, passando pela Avenida da Liberdade e pela Praça da Alegria. Estes espaços incluem um grande número de árvores monumentais e classificadas, algumas desde a década de 1940. Esta é uma oportunidade de ficar a conhecer melhor estas amigas por quem tantas pessoas passam todos os dias.</p>
<p>No final da visita, está programado um almoço convívio com todos os participantes, num restaurante perto do Jardim do Príncipe Real. Será uma excelente oportunidade para nos conhecermos melhor, num ambiente informal, e podermos discutir assuntos relacionados com as árvores e jardins do nosso país ou sobre o funcionamento da nossa associação, o trabalho realizado até ao momento e projectos para o futuro. No entanto, gostaríamos de sublinhar que a participação na visita não implica a obrigatoriedade de participar no dito almoço.</p>
<p>Uma vez que será necessário um mínimo de 15 inscrições para se poder reservar o espaço, as inscrições para o almoço deverão ser feitas, impreterivelmente, até à Quarta-feira anterior, dia 6 de Julho de 2011. </p>
<p>Esta inscrição no almoço inclui a obrigatoriedade de efectuar o respectivo pré-pagamento, no valor de 12,50 €. Este pagamento poderá ser feito por transferência bancária para a conta da Associação Árvores de Portugal no Banco Português de Investimentos (BPI) [NIB:0010 0000 44175960001 91] ou directamente na Loja de História Natural (Rua do Monte Olivete, 40 &#8211; Junto ao Jardim Botânico da Universidade de Lisboa).</p>
<p>Contando com a vossa participação, pedimos que nos façam chegar as vossas inscrições, com a brevidade possível, através da nossa <a href="http://www.arvoresdeportugal.net/contacto/">página de contacto</a>; na mensagem deverão, obrigatoriamente, mencionar os seguintes dados:<br />
- Nome;<br />
- Caso pretendam, adicionalmente, participar no almoço, deverão mencionar se farão o pagamento através de transferência bancária ou directamente na Loja de História Natural.</p>
<p>Contamos com todos vós! Vemo-nos no dia 10 de Julho&#8230;</p>
<p>(Fotografias da autoria de Miguel Rodrigues.)</p>
<p><strong>Adenda:</strong> A visita realiza-se independentemente do número de inscrições e condições meteorológicas. Relativamente ao almoço, no caso de não ser atingido o número mínimo de participantes, o dinheiro das pessoas que tiverem pago será devolvido com a máxima brevidade. </p>
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		<title>Assim Se Condena Uma Árvore à Morte</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2011/05/assim-se-condena-uma-arvore-a-morte/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 May 2011 15:46:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Árvores classificadas]]></category>
		<category><![CDATA[autoridade florestal nacional]]></category>
		<category><![CDATA[bela-sombra]]></category>
		<category><![CDATA[câmara municipal de lisboa]]></category>
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		<description><![CDATA[E eis que, sobre o caso da Bela-sombra desclassificada, chega uma, pouco convincente e cheia de ambiguidades, justificação da parte da Autoridade Florestal Nacional (AFN): Trata-se de uma árvore que apesar de apresentar morfologia arbórea, é uma planta herbácea de grandes dimensões com tronco e ramos leves e esponjosos, compostos por 80% de água e pouco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E eis que, sobre o caso da Bela-sombra <a href="http://www.arvoresdeportugal.net/2011/05/pode-se-desclassificar-uma-arvore/">desclassificada</a>, chega uma, pouco convincente e cheia de ambiguidades, justificação da parte da Autoridade Florestal Nacional (AFN):</p>
<blockquote><p><em><span style="font-style: normal"><span style="font-family: Arial;font-size: x-small"><span style="font-family: 'Times New Roman';font-size: small">Trata-se de uma árvore que apesar de apresentar morfologia arbórea, é uma planta herbácea de grandes dimensões com tronco e ramos leves e esponjosos, compostos por 80% de água e pouco tecido lenhoso, com fraca resistência estrutural. Ora, o espaço confinado e sombrio entre edifícios altos em que se encontra, e com o volume aéreo disponível actualmente ser manifestamente insuficiente, obriga a trabalhos de podas frequentes que contraria o seu crescimento natural. A árvore desenvolveu-se mais em altura com braças de crescimento vertical demasiadamente longas que, atendendo à sua pouca resistência estrutural e grande peso da rama, tendem a partir com frequência sobretudo com o tempo quente e seco. A regularidade com que se têm partido e caído braças e ramos num local onde há estacionamento de viaturas sob a copa que cobre parcialmente a entrada da escola do Grémio de Instrução Liberal de Campo de Ourique onde todos os dias estudam cerca de 500 crianças e circulam os moradores do Largo e todos os que ali se deslocam, constitui um risco para a segurança pública.</span></span></span></em></p></blockquote>
<p>Nada disto faz sentido: Existem várias Bela-sombra (<em>Phytolacca dioica</em>) classificadas como Árvore de Interesse Público em Lisboa, a AFN que é responsável, não só por estas classificações mas ainda pela sua protecção e manutenção, sempre soube que eram &#8220;plantas herbáceas com ramos leves e esponjosos&#8221;. É precisamente esta particularidade que faz da Bela-sombra uma árvore tão extraordinária, com longos ramos que crescem rapidamente e que a um determinado ponto, naturalmente se dobram dotados de uma elasticidade que, à semelhança das palmeiras, lhes permite suportar, nomeadamente, os ventos fortes (podem eventualmente tornar-se quebradiços se a árvore apresentar carências hídricas por falta, neste caso, de rega durante períodos de seca). Não é aceitável de forma nenhuma que este argumento seja apresentado como razão para a sua desclassificação, quanto muito poderia ser um critério para não as classificar.<br />
<span id="more-4611"></span><br />
A referência ao &#8220;espaço confinado e sombrio&#8221; também não me diz grande coisa, as evidências mostram que a árvore está bem adaptada, de boa saúde, florida e a crescer bem de tal forma que tem de ser podada regularmente, coisa que ao que parece maça quem tem a responsabilidade de o fazer talvez porque tratando-se de uma árvore classificada tem de ser feito por quem (esta não me escapa) saiba da poda e não pelos trogloditas do costume. O facto de uma árvore classificada estar a crescer a bom ritmo, não pode justificar a sua desclassificação, certo?</p>
<p>Mas da pouco convincente tentativa de esclarecimento da AFN, salta à vista um aspecto importante: O facto, para mim inaceitável, de tantas vezes ser referido que a dita árvore constitui um risco para a segurança pública. Vou tentar não fazer aqui uma lista dos muitos riscos à segurança pública que existem nas cidades, são, acreditem, muitos&#8230; Mas, as árvores, não são, nem devem ser consideradas, um risco para a segurança pública; este tipo de abordagem, tão ao estilo do nosso actual vereador dos espaços verdes (não conheço ninguém que tenha tanto medo das árvores) não pode justificar todas os atentados ambientais e as atrocidades que se fazem às árvores de Lisboa e muito menos às Árvores Classificadas que deveriam ser veneradas por todos.</p>
<p>Temo que esta desclassificação seja, na realidade, a sentença de morte para uma árvore com mais de um século*. Resta perguntar: A quem é que interessa a morte desta Bela-sombra?</p>
<p>* Plantada no local em finais do século XIX. Integrava o jardim anexo ao palacete do Doutor António Viana. Do antigo conjunto faz ainda parte uma palmeira, que consta ter sido plantada por Guerra Junqueiro, amigo da família Viana. Da demolição do palacete e ocupação do jardim do mesmo, no início dos anos 60 do século passado, resultou a Praceta da Rua Silva Carvalho, depois Largo Doutor António Viana com a construção de edifícios envolventes. Sobrando um terreno que se tornou baldio por falta de manutenção, legado pelo proprietário, Câmara Municipal de Lisboa (CML), para a instalação da escola do centro republicano conhecido por Grémio de Instrução Liberal de Campo de Ourique. No terreno para a escola, ficou uma mata com várias espécies arbóreas. Por haver um poço na zona, integrou durante duas décadas uma verdejante horta urbana, que dava ao local, já de si bucólico, um ambiente calmo e relaxante, até porque só ali passava quem lá morava. Todo este espaço foi, com o aval da CML, impermeabilizado há 6 anos durante a construção da dita escola, restando do espaço verde apenas a pequena zona a que está confinada a Bela-sombra.</p>
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		<item>
		<title>Pode-se Desclassificar Uma Árvore?</title>
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		<pubDate>Thu, 19 May 2011 23:21:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Árvores classificadas]]></category>
		<category><![CDATA[bela-sombra]]></category>
		<category><![CDATA[lisboa]]></category>
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		<description><![CDATA[Os meninos que vivem no prédio ao lado da Bela-sombra chamam-lhe a Árvore Mágica. Um dia viram os pais, os vizinhos e muitos amigos juntarem-se todos à volta da grande árvore a conversar durante muito tempo sobre ela &#8211; os meninos perceberam que só uma coisa muito poderosa, e, claro, alguma magia, era capaz de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os meninos que vivem no prédio ao lado da Bela-sombra chamam-lhe a Árvore Mágica. Um dia viram os pais, os vizinhos e muitos amigos juntarem-se todos à volta da grande árvore a conversar durante muito tempo sobre ela &#8211; os meninos perceberam que só uma coisa muito poderosa, e, claro, alguma magia, era capaz de juntar aquelas pessoas crescidas que andavam sempre tão ocupadas com coisas importantes &#8211; estas pessoas queriam salvar a Bela-sombra que estava em perigo de ser abatida para no seu lugar ser construído um parque de estacionamento, para isso escreveram cartas, tiraram medidas e fotografias da árvore, estudaram a sua história e algum tempo depois receberam uma carta muito importante sobre a árvore, reuniram-se todos novamente, ficaram contentes e explicaram aos meninos que a árvore tinha sido classificada e que isso queria dizer que a partir daquele momento ninguém, nem mesmo as pessoas que não gostam de árvores, podia fazer mal à Bela-sombra do jardim. Os meninos não ficaram assim tão admirados porque já sabiam que a árvore era mágica.<span id="more-4599"></span></p>
<p>E esta história só não acaba com um &#8220;viveram felizes para sempre&#8221; porque seis anos mais tarde a árvore foi subitamente DESCLASSIFICADA. &#8211; E pode-se? &#8211; ocorreu-me perguntar quando recebi esta incrível notícia. &#8211; Sim, imagina que uma árvore é atingida por um raio e perde a sua monumentalidade&#8230;  - respondeu-me um amigo que percebe do assunto. Mas a árvore nunca esteve mais bonita, vejo-a quase todos os dias, está a florir neste momento, majestosa como sempre a conheci, mágica&#8230;</p>
<p>Nada disto faz sentido se no seu lugar for construído um parque de estacionamento.</p>
<p>(Continua)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Norte, Um Natal Com Mais Árvores Classificadas</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 20:45:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Rodrigues</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ilex aqui­fo­lium]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais duas árvores classificadas como de Interesse Público, propostas pela Árvores de Portugal: a araucária de Viana do Castelo e o azevinho de Cristóval, Melgaço. Curiosamente, são duas árvores intimamente ligadas à época natalícia. O azevinho da Casa Azul (Ilex aqui­fo­lium L.) é uma planta feminina, que no Inverno se cobre de das características bagas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais duas árvores classificadas como de Interesse Público, propostas pela Árvores de Portugal: a <a href="http://www.afn.min-agricultura.pt/portal/ArvoresFicha?Processo=KNJ1/563&#038;Concelho=&#038;Freguesia=&#038;Distrito=">araucária de Viana do Castelo</a> e o <a href="http://www.afn.min-agricultura.pt/portal/ArvoresFicha?Processo=KNJ1/564&#038;Concelho=&#038;Freguesia=&#038;Distrito=">azevinho de Cristóval</a>, Melgaço.<span id="more-3955"></span></p>
<p>Curiosamente, são duas árvores intimamente ligadas à época natalícia.</p>
<p>O <a href="http://www.arvoresdeportugal.net/2009/09/o-azevinho-de-cristoval-melgaco/">azevinho da Casa Azul</a> (<em>Ilex aqui­fo­lium</em> L.) é uma planta feminina, que no Inverno se cobre de das características bagas vermelhas, um dos símbolos desta quadra. Segundos os proprietários, o quadro é perfeito nas alturas em que o jardim se cobre de neve. </p>
<p>Com cerca de 40m de altura, a araucária de Viana [<em>Araucaria heterophylla</em> (Salisb.) Franco] é conhecida por ser a Árvore de Natal mais alta da Europa (não se incluindo aqui estruturas metálicas com uma vaga forma de árvore). Todos os anos, pelo mês de Novembro, esta árvore é coberta por uma profusa iluminação natalícia, tornando-se um símbolo da cidade e uma referência na sua paisagem urbana, orgulho dos vianenses.</p>
<p>Aguardamos a classificação de outras árvores para as quais <a href="http://www.arvoresdeportugal.net/projectos/classificacao-de-arvores-de-interesse-publico/">fizemos o respectivo pedido</a>. Estamos ainda a preparar uma lista alargada de outros exemplares que consideramos terem condições para serem também classificadas. Se conhece uma árvore que acha que merece ser protegida e conhecida de todos, por favor envie-nos uma fotografia (por exemplo, através do nosso <a href="http://www.facebook.com/pages/Arvores-de-Portugal/135284153173264">Facebook</a> ou <a href="http://www.flickr.com/groups/arvoresdeportugal/">Flickr</a>) e a sua localização. Participe e ajude-nos a proteger as maiores árvores portuguesas!</p>
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		<title>Entre Amigos, Árvores e Bosques – Visita à Faia Brava</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 13:07:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Árvores classificadas]]></category>
		<category><![CDATA[Árvores notáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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		<description><![CDATA[Finalmente chegou o dia da visita à Faia Brava. Tal como anunciado, a Árvores de Portugal e a Associação Transumância e Natureza (ATN) organizaram esta visita àquela que irá ser, em breve, a primeira Área Protegida Privada do país (ver reportagem do programa Terra Alerta). Esta actividade teve a sua génese na visita que aqui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente chegou o dia da visita à Faia Brava. Tal como <a href="http://www.arvoresdeportugal.net/2010/09/arvores-e-ecologia-florestal-da-reserva-da-faia-brava/">anunciado</a>, a Árvores de Portugal e a <a href="http://www.atnatureza.org/">Associação Transumância e Natureza </a>(ATN) organizaram esta visita àquela que irá ser, em breve, a primeira Área Protegida Privada do país (ver <a href="http://sic.sapo.pt/programasinformacao/scripts/VideoPlayer.aspx?ch=terraalerta&#038;videoId={E6F0F366-57E3-466F-BCB2-544504EFBEE1}">reportagem </a>do programa <i>Terra Alerta</i>). Esta actividade teve a sua génese na <a href="http://www.arvoresdeportugal.net/2009/11/um-encontro-para-o-futuro/">visita</a> que aqui fizemos no ano passado. A ideia foi conhecer a reserva, as suas árvores e a sua ecologia florestal, bem como às árvores e os bosques do concelho de Figueira de Castelo Rodrigo. <span id="more-3913"></span></p>
<p>Mas o dia anunciava-se chuvoso e com muito vento, o que fez desistir as pessoas que se iriam deslocar de mais longe. Felizmente, chuva houve alguma (que muita falta faz por estes lados), mas a maior parte do tempo estivemos &#8220;a seco&#8221;. Assim, fomos dez os participantes, mas mais fácil seria dizer &#8220;amigos&#8221;, que percorremos em todo-o-terreno estas incríveis paragens, com o António Monteiro e o Ricardo Nabais como cicerones. </p>
<p>Depois do encontro no café Escondidinho, na aldeia de Algodres, começámos a visita pelo viveiro. Aqui se encontram, à espera de serem plantadas, algumas daquelas que virão a ser as futuras árvores da Faia Brava. Muitas irão constituir sebes naturais que reduzirão a força do vento e os factores de desertificação física. Mas talvez uma ou outra destas pequenas plantas venha, um dia, a ser mais um gigante como o Sobreiro do Cachão.</p>
<p>Tal como o Pedro tinha prometido <a href="http://www.arvoresdeportugal.net/2010/04/a-arvore-do-cachao/">aqui</a>, lá nos encontramos à sombra (é verdade, foi mesmo à sombra) desta árvore recentemente <a href="http://www.afn.min-agricultura.pt/portal/ArvoresFicha?Processo=KNJ1/543&#038;Concelho=&#038;Freguesia=&#038;Distrito=">classificada</a>. Os nossos presidentes descerraram a placa informativa da classificação deste sobreiro como Árvore de Interesse Público, sem pompa ou circunstância, mas com a mais pura alegria e de forma muito original: retirando a grande prancha de cortiça que cobria a placa. </p>
<p>Foi sentados nos banquinhos que aqui foram postos, sob a frondosa copa e com um bando de grifos ao lado, que discutimos alguns planos para acções futuras (de que brevemente daremos conta neste espaço). </p>
<p>Continuámos a percorrer a reserva, comparando os diversos elementos da paisagem aqui criada, quer na sua componente mais natural, quer nas áreas geridas pela <abbr title="Associação Transumância e Natureza">ATN</abbr>. Uma das principais ferramentas desta gestão são os garranos, que ajudam a reduzir o material combustível, especialmente as herbáceas.</p>
<p>Antes do almoço, ainda visitámos a azinheira monumental de Vale Afonsinho, exemplar que irá constar da lista de árvores que estamos a preparar com vista a requerer a respectiva classificação.</p>
<p>O almoço, claro, foi bem animado e depois de reconfortados, prosseguimos a visita em direcção ao carvalhal do Convento de Santa Maria de Aguiar. Nesta mata de carvalho-negral (<i>Quercus pyrenaica</i> Willd.) ainda se respira um ambiente que lembra os bosques antigos. As vocalizações de passeriformes eram diversas e constantes, os cogumelos espreitavam um pouco por todo o lado e foi possível perceber a presença dos mamíferos (grandes e pequenos) pelos muitos indícios aí deixados.</p>
<p>O local seguinte é muito diferente. O Prado da Gadanha é um lameiro privado com cerca de 10 hectares. Os seus proprietários gostariam de valorizar este espaço, ainda bem conservado apesar de intervencionado desde há muito, para o que contam com ajuda da <abbr title="Associação Transumância e Natureza">ATN</abbr>. Discutimos também algumas possibilidades para esta propriedade, que sem dúvida tem grande potencial.</p>
<p>Voltámos às árvores gigantes, com a visita ao sobreiro da Nave Redonda. Esta árvore de tronco enorme e retorcido, sofreu com inúmeros descortiçamentos mal executados, apresentando muitas feridas. Mas houve o cuidado de sustentar o ramo que apresentava maior perigo de cair e de desbastar o pinhal jovem em torno da copa. A <abbr title="Associação Transumância e Natureza">ATN</abbr> pediu, inclusivamente, a ajuda de um técnico de arboricultura para proporcionar ainda muitos anos a este antigo sobreiro. Este é um exemplo que gostaríamos de ver replicado por todo o país.</p>
<p>Nos terrenos adjacentes,  existem outras árvores interessantes que, se forem cuidadas, irão certamente atingir portes monumentais.</p>
<p>O sol já descia quando chegámos à azinheira classificada de Almofala, uma árvore que ostenta uma frondosa copa, sustentada por um tronco com mais de 3,50 metros de <abbr title="Perímetro à Altura do Peito">PAP</abbr>.</p>
<p>Só restou tempo para passar ainda na Igreja (e miradouro) de Santo André das Arribas, um nome bem apropriado uma vez que este local se debruça sobre as escarpas do rio Águeda, com uma paisagem fabulosa.</p>
<p>Foi realmente um dia muito bem passado, daqueles que deixam vontade de voltar a repetir, o que não temos dúvidas que irá acontecer. Agradecemos aos amigos da <abbr title="Associação Transumância e Natureza">ATN</abbr>, especialmente ao António Monteiro e ao Ricardo Nabais que nos acompanharam, mas também ao Fernando Romão que, embora não pudesse estar presente, ajudou a preparar a actividade.</p>
<p>Até breve, amigos!</p>
<p>Nota: para mais fotografias e informações sobre esta actividade, visite <a href="http://atnatureza.blogspot.com/2010/10/documentario-do-passeio-com-arvores-de.html">aqui</a> o blogue da <abbr title="Associação Transumância e Natureza">ATN</abbr>.</p>
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		<title>O Plátano de Portalegre</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 16:13:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Árvores classificadas]]></category>
		<category><![CDATA[árvores giganteas de portugal]]></category>
		<category><![CDATA[árvores monumentais de portugal]]></category>
		<category><![CDATA[ernesto goes]]></category>
		<category><![CDATA[josé maria grande]]></category>
		<category><![CDATA[platanaceae]]></category>
		<category><![CDATA[platanus hispanica]]></category>
		<category><![CDATA[platanus hybrida]]></category>
		<category><![CDATA[platanus orientalis var. acerifolia]]></category>
		<category><![CDATA[plátano]]></category>
		<category><![CDATA[portalegre]]></category>
		<category><![CDATA[sousa pimentel]]></category>

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		<description><![CDATA[É quase imperdoável que, nos anos que levo de Sombra Verde, nunca tenha escrito sobre o magnífico plátano (Platanus orientalis L. var. acerifolia Aiton) de Portalegre. O facto de se tratar de uma árvore tão especial fez-me adiar a publicação, sempre na expectativa de, finalmente, ter a oportunidade de tirar um conjunto de fotografias que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É quase imperdoável que, nos anos que levo de <i>Sombra Verde</i>, nunca tenha escrito sobre o magnífico plátano (<i>Platanus orientali</i>s L. var. <i>acerifolia</i> Aiton) de Portalegre. O facto de se tratar de uma árvore tão especial fez-me adiar a publicação, sempre na expectativa de, finalmente, ter a oportunidade de tirar um conjunto de fotografias que lhe fizesse justiça. <span id="more-3421"></span></p>
<p>Seja por falta de oportunidade, seja por falta de talento, esse dia acabou por nunca chegar e, decidi agora, com as imagens que tenho, tiradas já com pouca luz, no final de um dia outonal, dedicar-lhe o merecido destaque no blogue em que celebramos as árvores portuguesas.</p>
<p>O plátano que hoje veneramos pela sua grandiosidade foi plantado em 1838 por José Maria Grande, botânico e um dos fundadores, no século XIX, do ensino agrícola no nosso país. De acordo com a obra <i>Árvores Monumentais de Portugal</i>, de Ernesto Goes, o mesmo terá sido plantado junto de uma linha de água, o que poderá ajudar a explicar o facto de, aproximadamente meio século após ter sido plantado, ter atingido 24 metros de diâmetro de copa e três metros de perímetro de tronco à altura do peito (PAP)<sup>1</sup>. </p>
<p>Este monumento vivo faz parte do grupo dos primeiros espécimes que foram classificados como árvores de interesse público, no já longínquo ano de 1939. A caminho dos 200 anos de idade, este plátano continua a apresentar uma saúde invejável, isto apesar de, no passado, ter existido uma tentativa para o cortar, facto que foi impedido por um movimento de cidadania que se gerou na altura<sup>2</sup>. </p>
<p>Uma das particularidades desta árvore é o facto de possuir algumas placas identificativas e comemorativas, situação rara entre os exemplares classificados. Uma dessas placas é visível na imagem mais à direita, pese embora os dados dendrométricos que constem da mesma, apresentem discrepâncias face aos valores oficiais divulgados pela <abbr title="Autoridade Florestal Nacional">AFN</abbr>, datados de 2006:</p>
<ul>
<li>Altura = 26,50 m</li>
<li><abbr title="Perímetro à Altura do Peito">PAP</abbr> = 6,85 m</li>
<li>Diâmetro médio da copa = 33,50 m</li>
</ul>
<p>Esperemos que este plátano continue, por muitas gerações, a atenuar o calor aos portalegrenses e a quem demanda esta cidade do norte alentejano, em busca da sua sombra.</p>
<p><sup>1</sup> De acordo com o livro <i>Árvores Giganteas de Portugal</i>, de Sousa Pimentel, citado na obra de Ernesto Goes.<br />
<sup>2</sup> Informação constante da <a href="http://www.afn.min-agricultura.pt/portal/ArvoresFicha?Processo=KNJ1/003&#038;Concelho=&#038;Freguesia=&#038;Distrito=">página</a> da <abbr title="Autoridade Florestal Nacional">AFN</abbr>.</p>
<p><strong>Adenda:</strong> A partir do <a href="http://dias-com-arvores.blogspot.com/2005/07/pltano-de-portalegre.html">texto</a> que a Manuela Ramos dedica a este plátano, no blogue <i>Dias com Árvores</i>, é possível a visualização de duas imagens antigas deste exemplar, uma das quais datada de 1888.</p>
<p>Por outro lado, na página do <i>Flickr</i> da Árvores de Portugal, é possível visualizar uma <a href="http://www.flickr.com/photos/21414029@N04/3449666211/in/pool-arvoresdeportugal">fotografia</a>, de Júlia Galego, que ilustra o contraste entre a monumentalidade deste espécime e a forma como, no seu entorno, existem vários plátanos rolados. </p>
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