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	<title>Árvores de Portugal &#187; Árvores notáveis</title>
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	<description>Site da Associação Árvores de Portugal</description>
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		<title>Alimentar as Árvores Com Livros</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 07:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hubo árboles antes que hubiera libros, y acaso cuando acaben los libros continúen los árboles. Y acaso llegue la humanidad a un grado de cultura tal que no necesite ya de libros, pero siempre necesitará de árboles, y entonces abonará los árboles con libros. - Miguel de Unamuno (Duas fotografias mais à esquerda da autoria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Hubo árboles antes que hubiera libros, y acaso cuando acaben los libros continúen los árboles. Y acaso llegue la humanidad a un grado de cultura tal que no necesite ya de libros, pero siempre necesitará de árboles, y entonces abonará los árboles con libros.</p></blockquote>
<p>- <i>Miguel de Unamuno</i></p>
<p>(Duas fotografias mais à esquerda da autoria de Miguel Rodrigues.)</p>
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		<title>A Passagem Para Algo Mais Verde</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 07:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há no coração das cidades, mesmo das cidades atormentadas pela febre arboricida, árvores que resistem. Por esquecimento de quem manda podar, mal e de forma cega, ou, pura e simplesmente, porque tiveram a sorte de nascer fora do espaço público, num recanto protegido por zelosos amantes do verde. É assim também no centro histórico de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há no coração das cidades, mesmo das <a href="http://www.arvoresdeportugal.net/2010/03/cidades-tristes/">cidades atormentadas pela <em>febre arboricida</em></a>, árvores que resistem. Por esquecimento de quem manda podar, mal e de forma cega, ou, pura e simplesmente, porque tiveram a sorte de nascer fora do espaço público, num recanto protegido por zelosos amantes do verde.<span id="more-4902"></span></p>
<p>É assim também no centro histórico de Braga, onde duas jóias arbóreas, um tulipeiro (<i>Liriodendron tulipifera</i> L.) e um ginkgo (<i>Ginkgo biloba</i> L.) subsistem num pequeno recanto da Casa do Passadiço. São árvores com valor próprio, dignas de ser classificadas <i>per se</i>, mas cujo casamento, por ventura fortuito, resultou num conjunto arbóreo de elevado valor paisagístico, visível de vários pontos do centro da cidade.</p>
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		<title>Visita às Árvores dos Jardins de Lisboa</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 00:25:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Árvores de Portugal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como os mais atentos já saberão, pelos comentários neste blogue e na nossa página no Facebook, a visita às árvores de alguns jardins de Lisboa, organizada pela Árvores de Portugal e a Loja de História Natural, foi um retumbante sucesso. O êxito desta actividade teve duas razões: a participação e entusiasmo de cerca de 60 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como os mais atentos já saberão, pelos comentários neste blogue e na nossa página no <a href="http://www.facebook.com/arvoresdeportugal"><i>Facebook</i></a>, a visita às árvores de alguns jardins de Lisboa, organizada pela Árvores de Portugal e a <a href="http://lojadehistorianatural.blogspot.com/"><i>Loja de História Natural</i></a>, foi um retumbante sucesso. O êxito desta actividade teve duas razões: a participação e entusiasmo de cerca de 60 amigos das árvores e o nosso guia, Rui Pedro Lérias.<span id="more-4685"></span></p>
<p>O ponto de encontro combinado foi o Jardim Braamcamp Freire (Campo dos Mártires), de onde partimos depois para o Miradouro do Torel, espaço pouco conhecido de muitos visitantes. A nossa viagem levou-nos de seguida a descer à Avenida da Liberdade, para voltar a subir em direcção à Praça da Alegria e terminando no Jardim do Príncipe Real.</p>
<p>No final, um grupo de pessoas bem maior do que o esperado, partilhou connosco o almoço num restaurante muito perto deste jardim e reservado especialmente para nós.</p>
<p>Não poderíamos descriminar aqui todas as espectaculares árvores que visitámos ou descrever os ambientes de maravilhosa sombra por onde passeámos. Exemplares de espécies raras, exóticas e autóctones, alguns realmente monumentais, outros de relevância histórica e, muitos, classificados. </p>
<p>Mas todas estas árvores partilham duas características em comum: são maravilhosas e imprescindíveis. Assim como o são as pessoas que possuem a sabedoria e a sensibilidade necessárias para as apreciar. Por isso, queremos aqui deixar o nosso &#8220;Obrigado!&#8221; a todos os participantes, para além de um agradecimento especial ao Rui Pedro Lérias pela excelente manhã que nos proporcionou. Esperamos, claro, contar com a presença de todos nas próximas actividades que a Árvores de Portugal organizar. Mantenham-se atentos. Até breve!</p>
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		<title>Uma Manhã de Domingo na Companhia das Árvores de Lisboa</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jun 2011 21:37:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Árvores de Portugal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A nossa associação organiza, em parceria com a Loja de História Natural, uma visita às árvores de alguns parques e jardins da capital, no próximo dia 10 de Julho (Domingo). A actividade terá início às 9h e 30 minutos no Jardim Braamcamp Freire (Campo dos Mártires), estando o ponto de encontro programado para a parte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A nossa associação organiza, em parceria com a <i><a href="http://lojadehistorianatural.blogspot.com/">Loja de História Natural</a></i>, uma visita às árvores de alguns parques e jardins da capital, no próximo dia 10 de Julho (Domingo). A actividade terá início às 9h e 30 minutos no Jardim Braamcamp Freire (Campo dos Mártires), estando o ponto de encontro programado para a parte superior do dito jardim, à sombra da grande bela-sombra do topo Norte do jardim, entre o campo de jogos e o parque infantil (em frente ao número 102 do Campo dos Mártires da Pátria).</p>
<p>A visita é gratuita e terá como guia Rui Pedro Lérias, biólogo com experiência na divulgação do património botânico de Lisboa.<span id="more-4666"></span></p>
<p>O percurso começará no Jardim do Campo dos Mártires e seguirá até ao Jardim do Príncipe Real, passando pela Avenida da Liberdade e pela Praça da Alegria. Estes espaços incluem um grande número de árvores monumentais e classificadas, algumas desde a década de 1940. Esta é uma oportunidade de ficar a conhecer melhor estas amigas por quem tantas pessoas passam todos os dias.</p>
<p>No final da visita, está programado um almoço convívio com todos os participantes, num restaurante perto do Jardim do Príncipe Real. Será uma excelente oportunidade para nos conhecermos melhor, num ambiente informal, e podermos discutir assuntos relacionados com as árvores e jardins do nosso país ou sobre o funcionamento da nossa associação, o trabalho realizado até ao momento e projectos para o futuro. No entanto, gostaríamos de sublinhar que a participação na visita não implica a obrigatoriedade de participar no dito almoço.</p>
<p>Uma vez que será necessário um mínimo de 15 inscrições para se poder reservar o espaço, as inscrições para o almoço deverão ser feitas, impreterivelmente, até à Quarta-feira anterior, dia 6 de Julho de 2011. </p>
<p>Esta inscrição no almoço inclui a obrigatoriedade de efectuar o respectivo pré-pagamento, no valor de 12,50 €. Este pagamento poderá ser feito por transferência bancária para a conta da Associação Árvores de Portugal no Banco Português de Investimentos (BPI) [NIB:0010 0000 44175960001 91] ou directamente na Loja de História Natural (Rua do Monte Olivete, 40 &#8211; Junto ao Jardim Botânico da Universidade de Lisboa).</p>
<p>Contando com a vossa participação, pedimos que nos façam chegar as vossas inscrições, com a brevidade possível, através da nossa <a href="http://www.arvoresdeportugal.net/contacto/">página de contacto</a>; na mensagem deverão, obrigatoriamente, mencionar os seguintes dados:<br />
- Nome;<br />
- Caso pretendam, adicionalmente, participar no almoço, deverão mencionar se farão o pagamento através de transferência bancária ou directamente na Loja de História Natural.</p>
<p>Contamos com todos vós! Vemo-nos no dia 10 de Julho&#8230;</p>
<p>(Fotografias da autoria de Miguel Rodrigues.)</p>
<p><strong>Adenda:</strong> A visita realiza-se independentemente do número de inscrições e condições meteorológicas. Relativamente ao almoço, no caso de não ser atingido o número mínimo de participantes, o dinheiro das pessoas que tiverem pago será devolvido com a máxima brevidade. </p>
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		<title>A Meio Caminho Entre o Minho e o Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 13 May 2011 06:30:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[araucariaceae]]></category>
		<category><![CDATA[araucária]]></category>
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		<category><![CDATA[pinheiro-do-paraná]]></category>

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		<description><![CDATA[Para contrastar com as últimas publicações, pródigas em detalhes de arboricídios, decidi hoje partilhar, com todos os leitores deste blogue, uma boa notícia. Na freguesia de Lanheses, concelho de Viana do Castelo, esconde-se um pinheiro-do-paraná [Araucaria angustifolia (Bertol.) Kuntze] de dimensões majestosas. Este exemplar centenário teve origem, como outras árvores desta espécie disseminadas pelo Norte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para contrastar com as últimas publicações, pródigas em detalhes de <em>arboricídios</em>, decidi hoje partilhar, com todos os leitores deste blogue, uma boa notícia.</p>
<p>Na freguesia de Lanheses, concelho de Viana do Castelo, esconde-se um pinheiro-do-paraná [<i>Araucaria angustifolia</i> (Bertol.) Kuntze] de dimensões majestosas. <span id="more-4514"></span></p>
<p>Este exemplar centenário teve origem, como outras árvores desta espécie disseminadas pelo Norte do país, em sementes trazidas por emigrantes lusos em terras de Vera Cruz. Eis o que escreveu, a este propósito, o engenheiro Ernesto Goes na sua obra <i>Árvores Monumentais de Portugal</i>:</p>
<blockquote><p>(&#8230;) muitos emigrantes regressados daqueles países (Brasil e Argentina), por saudosismo, têm plantado um ou vários exemplares nas suas quintas, principalmente nas províncias do Minho e Alto Douro.</p></blockquote>
<p>O pinheiro-do-paraná que, na realidade, é uma araucária, é uma espécie particularmente abundante nos estados brasileiros do Rio Grande do Sul e Minas Gerais.</p>
<p>Ao leitor Sérgio Moreira, que me deu a conhecer esta maravilha, sugeri que contactasse o proprietário da árvore e averiguasse da sua abertura para requerer a classificação da mesma. </p>
<p>A receptividade foi a melhor e o pedido de classificação deste pinheiro-do-paraná, como Árvore de Interesse Público, irá ser requerido junto da Autoridade Florestal Nacional.</p>
<p> Não duvido, nem por um segundo, que esta beleza luso-brasileira será, em poucos meses, um motivo acrescido de orgulho para o seu proprietário e para todos os habitantes de Lanheses, nomeadamente para todos aqueles que, como o Sérgio Moreira, devotam parte do seu tempo a admirar a beleza das árvores monumentais.</p>
<p>(Fotografias de autoria de Sérgio Moreira.)</p>
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		<title>Gigantes da Floresta</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 06:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Árvores de Portugal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O projecto Gigantes da Floresta é uma iniciativa do fotógrafo Gonçalo Lemos, que visa retratar as árvores monumentais de Portugal. Tal como nós, também Gonçalo Lemos acredita que só se ama o que se conhece: Só conhecendo se pode conservar (este património) e assim passar o testemunho às gerações futuras. Nas suas próprias palavras, este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O projecto <i><a href="http://gigantesdafloresta.blogspot.com/">Gigantes da Floresta</a></i> é uma iniciativa do fotógrafo Gonçalo Lemos, que visa retratar as árvores monumentais de Portugal.<span id="more-4332"></span></p>
<p>Tal como nós, também Gonçalo Lemos acredita que só se ama o que se conhece:</p>
<blockquote><p>Só conhecendo se pode conservar (este património) e assim passar o testemunho às gerações futuras.</p></blockquote>
<p>Nas suas próprias palavras, este é um projecto para vários anos, com recolha de dados de Norte a Sul, e que não deixará de fora a imensa riqueza dendrológica que existe nos Açores e na Madeira.</p>
<p>A Árvores de Portugal apoia este projecto, como não poderia deixar de ser, pois o mesmo vai ao encontro da nossa missão, ajudar a divulgar o património arbóreo do nosso país. </p>
<p>A nossa ajuda, para além da divulgação desta iniciativa, traduzir-se-à na partilha de informação relativa à localização de diversos exemplares notáveis. </p>
<p>[Fotografias de Gonçalo Lemos. Fotografia à esquerda: eucalipto centenário na Mata Nacional de Leiria; fotografia central: sobreiro de Pai Anes na freguesia de Póvoa e Meadas (Castelo de Vide); Fotografia à direita: pinheiro-bravo (<em>pinheiro serpente</em>) na Mata Nacional de Leiria.]</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Entre Amigos, Árvores e Bosques – Visita à Faia Brava</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 13:07:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Árvores classificadas]]></category>
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		<description><![CDATA[Finalmente chegou o dia da visita à Faia Brava. Tal como anunciado, a Árvores de Portugal e a Associação Transumância e Natureza (ATN) organizaram esta visita àquela que irá ser, em breve, a primeira Área Protegida Privada do país (ver reportagem do programa Terra Alerta). Esta actividade teve a sua génese na visita que aqui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente chegou o dia da visita à Faia Brava. Tal como <a href="http://www.arvoresdeportugal.net/2010/09/arvores-e-ecologia-florestal-da-reserva-da-faia-brava/">anunciado</a>, a Árvores de Portugal e a <a href="http://www.atnatureza.org/">Associação Transumância e Natureza </a>(ATN) organizaram esta visita àquela que irá ser, em breve, a primeira Área Protegida Privada do país (ver <a href="http://sic.sapo.pt/programasinformacao/scripts/VideoPlayer.aspx?ch=terraalerta&#038;videoId={E6F0F366-57E3-466F-BCB2-544504EFBEE1}">reportagem </a>do programa <i>Terra Alerta</i>). Esta actividade teve a sua génese na <a href="http://www.arvoresdeportugal.net/2009/11/um-encontro-para-o-futuro/">visita</a> que aqui fizemos no ano passado. A ideia foi conhecer a reserva, as suas árvores e a sua ecologia florestal, bem como às árvores e os bosques do concelho de Figueira de Castelo Rodrigo. <span id="more-3913"></span></p>
<p>Mas o dia anunciava-se chuvoso e com muito vento, o que fez desistir as pessoas que se iriam deslocar de mais longe. Felizmente, chuva houve alguma (que muita falta faz por estes lados), mas a maior parte do tempo estivemos &#8220;a seco&#8221;. Assim, fomos dez os participantes, mas mais fácil seria dizer &#8220;amigos&#8221;, que percorremos em todo-o-terreno estas incríveis paragens, com o António Monteiro e o Ricardo Nabais como cicerones. </p>
<p>Depois do encontro no café Escondidinho, na aldeia de Algodres, começámos a visita pelo viveiro. Aqui se encontram, à espera de serem plantadas, algumas daquelas que virão a ser as futuras árvores da Faia Brava. Muitas irão constituir sebes naturais que reduzirão a força do vento e os factores de desertificação física. Mas talvez uma ou outra destas pequenas plantas venha, um dia, a ser mais um gigante como o Sobreiro do Cachão.</p>
<p>Tal como o Pedro tinha prometido <a href="http://www.arvoresdeportugal.net/2010/04/a-arvore-do-cachao/">aqui</a>, lá nos encontramos à sombra (é verdade, foi mesmo à sombra) desta árvore recentemente <a href="http://www.afn.min-agricultura.pt/portal/ArvoresFicha?Processo=KNJ1/543&#038;Concelho=&#038;Freguesia=&#038;Distrito=">classificada</a>. Os nossos presidentes descerraram a placa informativa da classificação deste sobreiro como Árvore de Interesse Público, sem pompa ou circunstância, mas com a mais pura alegria e de forma muito original: retirando a grande prancha de cortiça que cobria a placa. </p>
<p>Foi sentados nos banquinhos que aqui foram postos, sob a frondosa copa e com um bando de grifos ao lado, que discutimos alguns planos para acções futuras (de que brevemente daremos conta neste espaço). </p>
<p>Continuámos a percorrer a reserva, comparando os diversos elementos da paisagem aqui criada, quer na sua componente mais natural, quer nas áreas geridas pela <abbr title="Associação Transumância e Natureza">ATN</abbr>. Uma das principais ferramentas desta gestão são os garranos, que ajudam a reduzir o material combustível, especialmente as herbáceas.</p>
<p>Antes do almoço, ainda visitámos a azinheira monumental de Vale Afonsinho, exemplar que irá constar da lista de árvores que estamos a preparar com vista a requerer a respectiva classificação.</p>
<p>O almoço, claro, foi bem animado e depois de reconfortados, prosseguimos a visita em direcção ao carvalhal do Convento de Santa Maria de Aguiar. Nesta mata de carvalho-negral (<i>Quercus pyrenaica</i> Willd.) ainda se respira um ambiente que lembra os bosques antigos. As vocalizações de passeriformes eram diversas e constantes, os cogumelos espreitavam um pouco por todo o lado e foi possível perceber a presença dos mamíferos (grandes e pequenos) pelos muitos indícios aí deixados.</p>
<p>O local seguinte é muito diferente. O Prado da Gadanha é um lameiro privado com cerca de 10 hectares. Os seus proprietários gostariam de valorizar este espaço, ainda bem conservado apesar de intervencionado desde há muito, para o que contam com ajuda da <abbr title="Associação Transumância e Natureza">ATN</abbr>. Discutimos também algumas possibilidades para esta propriedade, que sem dúvida tem grande potencial.</p>
<p>Voltámos às árvores gigantes, com a visita ao sobreiro da Nave Redonda. Esta árvore de tronco enorme e retorcido, sofreu com inúmeros descortiçamentos mal executados, apresentando muitas feridas. Mas houve o cuidado de sustentar o ramo que apresentava maior perigo de cair e de desbastar o pinhal jovem em torno da copa. A <abbr title="Associação Transumância e Natureza">ATN</abbr> pediu, inclusivamente, a ajuda de um técnico de arboricultura para proporcionar ainda muitos anos a este antigo sobreiro. Este é um exemplo que gostaríamos de ver replicado por todo o país.</p>
<p>Nos terrenos adjacentes,  existem outras árvores interessantes que, se forem cuidadas, irão certamente atingir portes monumentais.</p>
<p>O sol já descia quando chegámos à azinheira classificada de Almofala, uma árvore que ostenta uma frondosa copa, sustentada por um tronco com mais de 3,50 metros de <abbr title="Perímetro à Altura do Peito">PAP</abbr>.</p>
<p>Só restou tempo para passar ainda na Igreja (e miradouro) de Santo André das Arribas, um nome bem apropriado uma vez que este local se debruça sobre as escarpas do rio Águeda, com uma paisagem fabulosa.</p>
<p>Foi realmente um dia muito bem passado, daqueles que deixam vontade de voltar a repetir, o que não temos dúvidas que irá acontecer. Agradecemos aos amigos da <abbr title="Associação Transumância e Natureza">ATN</abbr>, especialmente ao António Monteiro e ao Ricardo Nabais que nos acompanharam, mas também ao Fernando Romão que, embora não pudesse estar presente, ajudou a preparar a actividade.</p>
<p>Até breve, amigos!</p>
<p>Nota: para mais fotografias e informações sobre esta actividade, visite <a href="http://atnatureza.blogspot.com/2010/10/documentario-do-passeio-com-arvores-de.html">aqui</a> o blogue da <abbr title="Associação Transumância e Natureza">ATN</abbr>.</p>
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		<title>O Monumental Freixo da Quinta da Ponte</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2010/09/o-monumental-freixo-da-quinta-da-ponte/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 22:01:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Árvores notáveis]]></category>
		<category><![CDATA[faia]]></category>
		<category><![CDATA[fraxinus angustifolia]]></category>
		<category><![CDATA[freixo]]></category>
		<category><![CDATA[guarda]]></category>
		<category><![CDATA[oleaceae]]></category>
		<category><![CDATA[quinta da ponte]]></category>

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		<description><![CDATA[Preâmbulo: O presente texto é o terceiro e último de uma série que iniciei com a publicação, no passado dia 24 de Agosto, do texto Pequenos Milagres. Continuando o percurso pela estrada que, a partir da Guarda, conduz à aldeia da Faia, no vale do Mondego, logo após um núcleo de medronheiros arbóreos, é visível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Preâmbulo:</strong> O presente texto é o terceiro e último de uma série que iniciei com a publicação, no passado dia 24 de Agosto, do texto <i><a href="http://www.arvoresdeportugal.net/2010/08/pequenos-milagres/">Pequenos Milagres</a></i>. </p>
<p>Continuando o percurso pela estrada que, a partir da Guarda, conduz à aldeia da Faia, no vale do Mondego, logo após um núcleo de <a href="http://www.arvoresdeportugal.net/2010/08/medronheiros-arboreos-no-vale-do-mondego/">medronheiros arbóreos</a>, é visível um antigo solar rodeado de árvores que ultrapassam os muros da propriedade.</p>
<p>Trata-se da Quinta da Ponte, uma bela propriedade situada junto ao rio e que inclui o citado solar, edificado no século XVII, hoje transformado numa unidade de turismo rural. Alertados, pelo Fernando Romão, para a beleza dos seus jardins, decidimos entrar para o confirmar e, simultaneamente, conhecer melhor a respectiva riqueza dendrológica. Em boa hora o fizemos&#8230;<span id="more-3680"></span></p>
<p>A partir do exterior, por cima dos muros, foi desde logo perceptível que uma árvore se destacava das demais. E que árvore! Um freixo (<i>Fraxinus angustifolia</i> Vahl) de proporções senhoriais, como atestam as fotografias que acompanham este texto. </p>
<p>Este exemplar é uma daquelas árvores capazes de nos provocar um enamoramento quase imediato. Os motivos, não sendo passíveis de ser totalmente traduzidos numericamente, requereriam, da minha parte, a enumeração exaustiva de diversos adjectivos. Felizmente, as imagens falam por si e poupam-me a necessidade de os enumerar.</p>
<p>Apesar de não dispormos de um instrumento de medição que nos permitisse determinar a altura deste freixo, a sua imponência está por demais ilustrada na imagem mais à direita. Olhem bem para essa imagem, pois à primeira podem não ter reparado na pessoa que serve de escala à fotografia. É uma grande árvore, não é?! </p>
<p>Igualmente impressionante é a altura a que se encontram os primeiros ramos, o que contribui para sublinhar a sua monumentalidade.</p>
<p>Possui um perímetro de tronco à altura do peito de mais de quatro metros, valor que supera alguns freixos classificados como árvores de interesse público. No total, tanto quanto consegui apurar na página da Autoridade Florestal Nacional (AFN), existem apenas cinco freixos classificados que o superam em termos de perímetro de tronco, com destaque para um <a href="http://www.afn.min-agricultura.pt/portal/ArvoresFicha?Processo=KNJ1/286&#038;Concelho=&#038;Freguesia=&#038;Distrito=">exemplar localizado na freguesia de Valongo</a> (concelho de Avis), que, com os seus 7,63 m de <abbr title="Perímetro à Altura do Peito">PAP</abbr>, deverá ser o freixo mais grosso de Portugal. </p>
<p>No entanto, pese embora não tenha sido possível determinar a altura exacta deste freixo da Quinta da Ponte, os citados cinco espécimes classificados que o superam em <abbr title="Perímetro à Altura do Peito">PAP</abbr>, parecem-me de porte inferior. Os três exemplares localizados, respectivamente, nos concelhos de <a href="http://www.afn.min-agricultura.pt/portal/ArvoresFicha?Processo=KNJ1/291&#038;Concelho=&#038;Freguesia=&#038;Distrito=">Arganil</a>, <a href="http://www.afn.min-agricultura.pt/portal/ArvoresFicha?Processo=KNJ1/537&#038;Concelho=&#038;Freguesia=&#038;Distrito=">Figueira da Foz</a> e <a href="http://www.afn.min-agricultura.pt/portal/ArvoresFicha?Processo=KNJ1/233&#038;Concelho=&#038;Freguesia=&#038;Distrito=">Bombarral</a>, aparentam, inclusivamente, já ter sido podados.</p>
<p>Este freixo é tão esmagador que não podemos deixar de nos interrogar como podem ainda haver árvores destas por classificar, no nosso país? </p>
<p>(Com a excepção da segunda imagem a contar da direita, todas as fotografias são da autoria do António Monteiro.)</p>
<p><strong>Adenda:</strong> Se pensam, por um segundo, que a riqueza da Quinta da Ponte se esgota neste freixo estão muito enganados! Dentro do perímetro desta quinta, junto ao Mondego, existe ainda uma notável galeria de amieiros, com espécimes de grandes dimensões, bem como diversos loureiros e azereiros de porte arbóreo. </p>
<p>Todo um património arbóreo e paisagístico que urge classificar. Da proprietária do espaço, para além da simpatia e disponibilidade com que nos recebeu e conduziu numa visita guiada pelo espaço, encontrámos uma franca abertura para a concretização deste desígnio.</p>
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		<title>Medronheiros Arbóreos no Vale do Mondego</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2010/08/medronheiros-arboreos-no-vale-do-mondego/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 08:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Árvores notáveis]]></category>
		<category><![CDATA[arbutus unedo]]></category>
		<category><![CDATA[ericaceae]]></category>
		<category><![CDATA[faia]]></category>
		<category><![CDATA[guarda]]></category>
		<category><![CDATA[medronheiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Preâmbulo: Este texto é o segundo de uma série que iniciei com a publicação, no passado dia 24 de Agosto, do texto Pequenos Milagres. A melhor maneira de aceder da cidade da Guarda ao vale do Mondego é através da velhinha estrada nacional (EN) 16. O verdejante da paisagem ajuda a iludir as curvas sinuosas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Preâmbulo:</strong> Este texto é o segundo de uma série que iniciei com a publicação, no passado dia 24 de Agosto, do texto <i><a href="http://www.arvoresdeportugal.net/2010/08/pequenos-milagres/">Pequenos Milagres</a></i>.</p>
<p>A melhor maneira de aceder da cidade da Guarda ao vale do Mondego é através da velhinha estrada nacional (EN) 16. O verdejante da paisagem ajuda a iludir as curvas sinuosas e, em poucos minutos, vencemos o desnível entre a inóspita continentalidade do planalto e o abrigado vale de matizes mediterrânicas.<span id="more-3640"></span></p>
<p>Foi no vale do Mondego, bem perto da aldeia da Faia, que o Fernando Romão nos conduziu à descoberta de um pequeno núcleo de medronheiros (<i>Arbutus unedo</i> L.) de porte arbóreo. </p>
<p>Esta espécie, apesar de surgir na maioria das vezes na forma arbustiva, pode assumir um porte arbóreo, podendo superar, em condições óptimas, os 10 metros de altura. No nosso país, essas condições verificam-se, por exemplo, na Mata do Solitário, no Parque Natural da Arrábida, na qual o medronheiro é uma das espécies arbóreas dominantes, juntamente com o carrasco (<i>Quercus coccifera</i> L.), os adernos (<i>Phillyrea</i> sp.) e a aroeira (<i>Pistacia lentiscus</i> L.)</p>
<p>Deste pequeno grupo de medronheiros do vale do Mondego, destacam-se dois exemplares, visíveis nas imagens que acompanham este texto, com perímetros de tronco que superam os dois metros à altura do peito. Apesar de não termos nenhum instrumento para a medição da altura, para o mais alto destes exemplares, visível nas imagens mais à esquerda, estimámos um valor que andará próximo da dezena de metros. </p>
<p>Uma descoberta impressionante para quem, como eu, só conhecia medronheiros arbóreos de relatos em livros de botânica, como no caso dos referidos espécimes da Arrábida ou de fotografias (como <a href="http://sombra-verde.blogspot.com/2009/04/medronheiros-monumentais.html">estes exemplares</a>, no concelho de Armamar, que me tinham sido dados a conhecer pelo <a href="http://arquitecturadouro.blogspot.com/">Rafael Carvalho</a>).</p>
<p>(Com excepção da imagem mais à esquerda, todas as fotografias são da autoria do António Monteiro.)</p>
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		<title>Pequenos Milagres</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 15:31:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Árvores notáveis]]></category>
		<category><![CDATA[amoreiras]]></category>
		<category><![CDATA[guarda]]></category>
		<category><![CDATA[platanaceae]]></category>
		<category><![CDATA[platanus hispanica]]></category>
		<category><![CDATA[platanus hybrida]]></category>
		<category><![CDATA[platanus orientalis var. acerifolia]]></category>
		<category><![CDATA[plátano]]></category>
		<category><![CDATA[sobral da serra]]></category>

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		<description><![CDATA[No passado dia 18, estive com o António Monteiro e com o Fernando Romão, da Associação Transumância e Natureza (ATN), com o objectivo de preparar uma actividade conjunta, a realizar no final do próximo mês de Outubro e sobre a qual serão dados, brevemente, mais detalhes. A tarde foi ainda aproveitada para visitar algumas árvores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No passado dia 18, estive com o António Monteiro e com o Fernando Romão, da Associação Transumância e Natureza (ATN), com o objectivo de preparar uma actividade conjunta, a realizar no final do próximo mês de Outubro e sobre a qual serão dados, brevemente, mais detalhes.</p>
<p>A tarde foi ainda aproveitada para visitar algumas árvores monumentais, no concelho da Guarda. Esse conjunto de árvores dará origem a um pequeno conjunto de textos, que hoje inicio mostrando os dois plátanos (<i>Pla­ta­nus ori­en­ta­lis</i> L. var. <i>ace­ri­fo­lia</i> Aiton) de Amoreiras, uma pequena aldeia da freguesia de Sobral da Serra. (Os mesmos plátanos que tinham sido dados a conhecer, na sua versão invernal, num <a href="http://www.arvoresdeportugal.net/2010/04/platanos-monumentais-em-porto-da-carne/">texto</a> de Abril passado.)<span id="more-3617"></span></p>
<p>Um dos plátanos, parcialmente visível à esquerda, nas três fotografias mais à direita, possui dimensões inferiores ao outro. No entanto, as copas de ambas as árvores formam uma unidade que aumenta o efeito estético que cada um dos espécimes teria de forma isolada. Daqui resulta, na minha opinião, a necessidade de pedir a classificação do conjunto formado por estes dois exemplares, e não apenas do plátano de maiores dimensões.</p>
<p>Enquanto contemplávamos estas árvores, não pudemos deixar de pensar no(s) motivo(s) do pequeno milagre perante os nossos olhos: qual a razão que tem poupado estes plátanos ao mesmo (triste) destino de tantos outros?</p>
<p>Desde logo se nos afigurou como mais plausível a teoria de que estes plátanos, nomeadamente o de maior porte, devem ter alguma utilidade para a comunidade. Efectivamente, a sua sombra resguarda da canícula uma boa dezena de automóveis. Infelizmente, alguém descobriu outra utilidade para o seu tronco, o qual funciona como local privilegiado para a afixação de cartazes, situação visível na imagem mais à esquerda.</p>
<p>Como habitualmente, nestas pequenas aldeias, é natural que alguém se aproxime quando observa pessoas a fotografar árvores. À curiosidade junta-se, muitas vezes, a vontade de transmitir algum pedido, muitas vezes para podar as árvores em questão.</p>
<p>Também neste caso, se aproximou de nós um habitante da aldeia. Contrariamente ao que seria expectável, não fez perguntas, nem pediu para podar ou cortar os plátanos ou transmitir essa vontade a outras instâncias. Pelo contrário, confirmou a estima dos habitantes de Amoreiras por estes dois plátanos. Mas, logo após confessar este amor, lá foi dizendo que as árvores estão a ficar grandes e que lhes deveriam cortar alguns ramos&#8230;</p>
<p>Pareceu-nos evidente que, no dia em que um ramo caia sobre um carro e lhe faça um risco, o amor a estas árvores será seriamente posto à prova. Para evitar tentações populistas, o mais adequado será solicitar a sua classificação quanto antes.</p>
<p>(A fotografia mais à esquerda é da autoria do António Monteiro.)</p>
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