<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Árvores de Portugal &#187; Árvores</title>
	<atom:link href="http://www.arvoresdeportugal.net/category/arvores/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.arvoresdeportugal.net</link>
	<description>Site da Associação Árvores de Portugal</description>
	<lastBuildDate>Mon, 30 Jan 2012 22:29:22 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	
		<item>
		<title>Tríptico de Inverno</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2012/01/triptico-de-inverno/</link>
		<comments>http://www.arvoresdeportugal.net/2012/01/triptico-de-inverno/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 20:55:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Árvores]]></category>
		<category><![CDATA[freixos]]></category>
		<category><![CDATA[inverno]]></category>
		<category><![CDATA[ulmeiros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.arvoresdeportugal.net/?p=5130</guid>
		<description><![CDATA[Quem, como eu, gosta (sobretudo) de árvores de folha caduca, sabe que é no inverno que estas revelam a sua intimidade, que os seus ramos despidos desenham, na paisagem, o esqueleto da sua essência. No inverno, as árvores são mais árvores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem, como eu, gosta (sobretudo) de árvores de folha caduca, sabe que é no inverno que estas revelam a sua intimidade, que os seus ramos despidos desenham, na paisagem, o esqueleto da sua essência. No inverno, as árvores são mais árvores.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.arvoresdeportugal.net/2012/01/triptico-de-inverno/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Sobreiro é a Árvore Nacional de Portugal</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2011/12/o-sobreiro-e-a-arvore-nacional-de-portugal/</link>
		<comments>http://www.arvoresdeportugal.net/2011/12/o-sobreiro-e-a-arvore-nacional-de-portugal/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 15:15:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Árvores de Portugal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Árvores]]></category>
		<category><![CDATA[Participação Cívica]]></category>
		<category><![CDATA[assembleia da república]]></category>
		<category><![CDATA[árvore nacional de portugal]]></category>
		<category><![CDATA[parlamento]]></category>
		<category><![CDATA[petição]]></category>
		<category><![CDATA[sobreiro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.arvoresdeportugal.net/?p=5113</guid>
		<description><![CDATA[Hoje, dia 22 de dezembro, pelas 12 horas e 36 minutos, o Parlamento português aprovou, por unanimidade, o Projeto de Resolução que institui o sobreiro como a Árvore Nacional de Portugal. Neste momento histórico, as Associações Árvores de Portugal e Transumância e Natureza gostariam de agradecer a todos os que divulgaram e apoiaram a nossa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, dia 22 de dezembro, pelas 12 horas e 36 minutos, o Parlamento português aprovou, por unanimidade, o Projeto de Resolução que institui o sobreiro como a Árvore Nacional de Portugal.</p>
<p>Neste momento histórico, as Associações Árvores de Portugal e Transumância e Natureza gostariam de agradecer a todos os que divulgaram e apoiaram a nossa iniciativa e, em particular, aos que assinaram a petição por nós criada. Gostaríamos de sublinhar a preciosa ajuda da Rota da Cortiça, na pessoa da Dr.ª Sofia Carrusca, incansável no empenho a esta causa.<span id="more-5113"></span></p>
<p>De igual modo, um agradecimento à autarquia de Coruche, na pessoa da Dr.ª Susana Cruz, pelo convite que nos permitiu estarmos presente na última edição da FICOR, na qual recolhemos um número significativo de assinaturas e de outro tipo de apoios.</p>
<p>Por último, mas não menos importante, um especial agradecimento ao Sr. deputado Miguel Freitas, por todas as diligências que efetuou, junto dos seus colegas deputados, através das quais se conseguiu que, por unanimidade, o Parlamento aprovasse, no dia de hoje, o Projeto de Resolução n.º 123/XII/1.ª, que institui  o sobreiro como um símbolo nacional.</p>
<p>É uma decisão que dedicamos a todos os que, ao longo da história, devotaram a sua vida à investigação e à defesa desta espécie, caso do engenheiro Joaquim Vieira Natividade, mas também a todos os milhares de portugueses que trabalharam, e trabalham, no setor corticeiro, desde os empregados fabris aos tiradores de cortiça.</p>
<p>É um dia histórico para Portugal ou, como tão bem disse hoje, no Parlamento, o deputado Miguel Freitas: </p>
<blockquote><p>A partir de agora, sempre que se abaterem sobreiros, não se abate apenas uma espécie protegida, abate-se um símbolo da nação.</p></blockquote>
<p>Pegando nestas palavras, as Associações Árvores de Portugal e Transumância e Natureza relembram que o dia de hoje é um ponto de partida e não um ponto de chegada. Muito há ainda a fazer na defesa desta espécie. Como sempre, estamos inteiramente disponíveis para continuar a lutar, com aqueles que a nós se quiserem juntar, na defesa das causas relacionadas com o sobreiro e os seus povoamentos.</p>
<p>Hoje é o primeiro dia do resto da vida dos sobreiros e dos sobreirais&#8230;</p>
<p>Viva o sobreiro! </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.arvoresdeportugal.net/2011/12/o-sobreiro-e-a-arvore-nacional-de-portugal/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>11</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ser Carvalho a Sul</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2011/09/ser-carvalho-a-sul/</link>
		<comments>http://www.arvoresdeportugal.net/2011/09/ser-carvalho-a-sul/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 24 Sep 2011 20:53:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Árvores]]></category>
		<category><![CDATA[carvalho-de-monchique]]></category>
		<category><![CDATA[fagaceae]]></category>
		<category><![CDATA[monchique]]></category>
		<category><![CDATA[quercus canariensis]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.arvoresdeportugal.net/?p=4895</guid>
		<description><![CDATA[[Carvalho-de-monchique (Quercus canariensis Willd.) situado junto à estrada nacional 267, entre Monchique e Alferce. Está classificado como árvore de interesse público desde agosto de 1993.]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[Carvalho-de-monchique (<em>Quercus canariensis</em> Willd.) situado junto à estrada nacional 267, entre Monchique e Alferce. Está classificado como <strong><a href="http://www.afn.min-agricultura.pt/portal/ArvoresFicha?Processo=KNJ1/236&#038;Concelho=&#038;Freguesia=&#038;Distrito=" title="Ficha de Árvore de Interesse Público">árvore de interesse público</a></strong> desde agosto de 1993.]</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.arvoresdeportugal.net/2011/09/ser-carvalho-a-sul/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dá Gosto Ver Árvores Mais Altas do Que Nós</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2011/09/da-gosto-ver-arvores-mais-altas-do-que-nos/</link>
		<comments>http://www.arvoresdeportugal.net/2011/09/da-gosto-ver-arvores-mais-altas-do-que-nos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 07:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Árvores de Portugal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Árvores]]></category>
		<category><![CDATA[Lugares]]></category>
		<category><![CDATA[associação transumância e natureza]]></category>
		<category><![CDATA[faia brava]]></category>
		<category><![CDATA[freixos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.arvoresdeportugal.net/?p=4887</guid>
		<description><![CDATA[Do nosso amigo, António Monteiro, da Associação Transumância e Natureza (ATN), recebemos o seguinte texto: Dá gosto ver as crianças crescer, sejam pessoas ou sejam plantas! Especialmente quando há meia dúzia de anos, estas plantas eram apenas pequenas e incógnitas sementes de Fraxinus, ripadas às &#8220;mãozadas&#8221; dos ramos das suas mães (ou pais). Dentro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do nosso amigo, António Monteiro, da <a href="http://www.atnatureza.org/">Associação Transumância e Natureza</a> (ATN), recebemos o seguinte texto:<span id="more-4887"></span></p>
<blockquote><p>Dá gosto ver as crianças crescer, sejam pessoas ou sejam plantas!</p>
<p>Especialmente quando há meia dúzia de anos, estas plantas eram apenas pequenas e incógnitas sementes de Fraxinus, ripadas às &#8220;mãozadas&#8221; dos ramos das suas mães (ou pais).  </p>
<p>Dentro de sacas e baldes foram para o viveiro (maternidade de árvores como lhes chamam os britânicos), para serem espalhados em grandes alfobres de boa terra escura e húmida. Na Primavera seguinte germinaram, e quando tinham apenas duas folhinhas ligadas, foram separadas umas das outras e metidas em cuvetes individuais. Esperaram mais de meia-dúzia de meses,  sobrevivendo ao estio seco, poeiroso mas coalhado da Sabóia, sob a protecção da malha-sol e sorvendo as regas que foi possível fazer. Até que numa fresca, e fria manhã de Outono, as mãos de algum voluntário (provavelmente pertencente ao Colectivo Germinal) as tratou de sacar da cuvete e carinhosamente lhes depositou o raizame nalgum recanto ignoto e remoto da Faia Brava.  </p>
<p>A partir daí foi a verdadeira aventura das plântulas, entregues à sua sorte, esperando arduamente umas gotas de chuva em Agosto, evitando a pisadela do garrano e a fuçadela do javali, engrossando, engrossando lentamente, deitando corpo,  caule, ramos, raízes e fazendo crescer a pequena sombra da folhagem no seu pedaço de terra.</p>
<p>Um dia destes se tudo assim se mantiver, e se por exemplo os incêndios de Verão continuarem a evitar estes rochedos do Côa, a planta até vai criar uma casca rude e rija como os cornos da ovelha terrincha, que não lhe deixará entrar na seiva, nem besouro nem fungo nem fogo frio,  mas que servirá para que algum gato lhe trepe acima e do alto da ramada contemple o seu feudo. Mas ainda melhor vai ser quando esta planta passar a dar sementes, profusos cachos verdes e amarelos de milhares de sâmaras, que vão abanar ao vento como que acenando a alguém que ali passe para lhos ripar ou simplesmente atirar ao vento Suão,  e assim perpetuar o ciclo.  </p>
<p>Assim queremos acreditar os que estamos apaixonados por esta Faia Brava&#8230; Ou antes por esta Terra.</p>
<p>Que cresçam as arvorezinhas!</p></blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.arvoresdeportugal.net/2011/09/da-gosto-ver-arvores-mais-altas-do-que-nos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Carvalho à Beira Rio</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2011/08/carvalho-a-beira-rio/</link>
		<comments>http://www.arvoresdeportugal.net/2011/08/carvalho-a-beira-rio/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 07:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Árvores]]></category>
		<category><![CDATA[Lugares]]></category>
		<category><![CDATA[carvalho-alvarinho]]></category>
		<category><![CDATA[covão da ponte]]></category>
		<category><![CDATA[fagaceae]]></category>
		<category><![CDATA[quercus robur]]></category>
		<category><![CDATA[rio mondego]]></category>
		<category><![CDATA[serra da estrela]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.arvoresdeportugal.net/?p=4752</guid>
		<description><![CDATA[[Rio Mondego à passagem pelo Covão da Ponte, Parque Natural da Serra da Estrela, a 950 metros de altitude.]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[Rio Mondego à passagem pelo Covão da Ponte, Parque Natural da Serra da Estrela, a 950 metros de altitude.]</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.arvoresdeportugal.net/2011/08/carvalho-a-beira-rio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Retratos de um Verão a Meia Encosta</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2011/08/retratos-de-um-verao-a-meia-encosta/</link>
		<comments>http://www.arvoresdeportugal.net/2011/08/retratos-de-um-verao-a-meia-encosta/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Aug 2011 09:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Árvores]]></category>
		<category><![CDATA[Lugares]]></category>
		<category><![CDATA[acer pseudoplatanus]]></category>
		<category><![CDATA[aceraceae]]></category>
		<category><![CDATA[bosque]]></category>
		<category><![CDATA[carvalho-alvarinho]]></category>
		<category><![CDATA[fagaceae]]></category>
		<category><![CDATA[fagus sylvatica]]></category>
		<category><![CDATA[faia]]></category>
		<category><![CDATA[padreiro]]></category>
		<category><![CDATA[plátano-bastardo]]></category>
		<category><![CDATA[quercus robur]]></category>
		<category><![CDATA[sapindaceae]]></category>
		<category><![CDATA[serra da estrela]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.arvoresdeportugal.net/?p=4735</guid>
		<description><![CDATA[O Verão, nos bosques, está longe de ser uma época de ócio, monótona, em que nada acontece. Como nas demais estações do ano, a vida joga-se a cada segundo. Um olhar mais atento permite descobrir árvores entretidas a amadurecer os seus frutos e sementes. Pendentes dos seus ramos estão as árvores de amanhã, escondidas dentro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Verão, nos bosques, está longe de ser uma época de ócio, monótona, em que nada acontece. Como nas demais estações do ano, a vida joga-se a cada segundo.</p>
<p>Um olhar mais atento permite descobrir árvores entretidas a amadurecer os seus frutos e sementes. Pendentes dos seus ramos estão as árvores de amanhã, escondidas dentro de uma bolota ou de uma sâmara.</p>
<p>[Parque Natural da Serra da Estrela, encosta da Covilhã, a 900 metros de altitude.]</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.arvoresdeportugal.net/2011/08/retratos-de-um-verao-a-meia-encosta/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Conheça as Árvores do Nosso País</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2011/03/conheca-as-arvores-do-nosso-pais/</link>
		<comments>http://www.arvoresdeportugal.net/2011/03/conheca-as-arvores-do-nosso-pais/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 26 Mar 2011 08:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Árvores de Portugal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Árvores]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre a associação]]></category>
		<category><![CDATA[flickr]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.arvoresdeportugal.net/?p=4338</guid>
		<description><![CDATA[A Árvores de Portugal criou, no Flickr, um espaço para a divulgação do património arbóreo do nosso país. Num país que, tantas e tantas vezes, ignora o valor (biológico, cultural, económico, etc.) das suas paisagens e das maravilhas naturais a elas associadas, esperamos que este espaço sirva para ajudar a fomentar o apreço por estas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Árvores de Portugal criou, no <em><a href="http://www.flickr.com/groups/arvoresdeportugal/">Flickr</a></em>, um espaço para a divulgação do património arbóreo do nosso país.<span id="more-4338"></span></p>
<p>Num país que, tantas e tantas vezes, ignora o valor (biológico, cultural, económico, etc.) das suas paisagens e das maravilhas naturais a elas associadas, esperamos que este espaço sirva para ajudar a fomentar o apreço por estas jóias do nosso património.</p>
<p>O objectivo deste texto é, não apenas, publicitar este espaço fotográfico criado pela Árvores de Portugal, mas, igualmente, agradecermos publicamente a todos os que, com a sua arte, têm contribuído para o enriquecer.</p>
<p>Agradecemos a todos por igual, mas gostaríamos de destacar, em particular, os que têm contribuído com maior regularidade para esta página, como é o caso, da esquerda para a direita, do <a href="http://www.flickr.com/groups/arvoresdeportugal/pool/78691022@N00/">Júlio Caldas</a>, da <a href="http://www.flickr.com/groups/arvoresdeportugal/pool/21414029@N04/">Júlia Galego</a>, da <a href="http://www.flickr.com/photos/contemplar/3960502998/in/pool-1183633@N22/">Rosa</a> e do <a href="http://www.flickr.com/groups/arvoresdeportugal/pool/34432248@N06/">Alexandre Moleiro</a>.</p>
<p>Futuramente, procuraremos divulgar neste blogue, os contributos fotográficos de mais pessoas que, em conjunto com as mencionadas anteriormente, aumentam, com o seu talento, a nossa admiração pelas árvores de Portugal.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.arvoresdeportugal.net/2011/03/conheca-as-arvores-do-nosso-pais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pinheiro-manso Multicentenário Abatido</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2010/12/pinheiro-manso-multicentenario-abatido/</link>
		<comments>http://www.arvoresdeportugal.net/2010/12/pinheiro-manso-multicentenario-abatido/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 19:11:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Árvores]]></category>
		<category><![CDATA[Dendroclastia]]></category>
		<category><![CDATA[árvores centenárias]]></category>
		<category><![CDATA[estradas]]></category>
		<category><![CDATA[mata dos medos]]></category>
		<category><![CDATA[pinheiro-manso]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.arvoresdeportugal.net/?p=3994</guid>
		<description><![CDATA[Mais um dia de tristeza e pesar para os portugueses. Mais um pedaço da nossa história e do nosso património vivo, destruído na incontrolável propagação de estradas, como metástases que alastram descontroladamente pelo nosso território. Isto é apenas uma pequena amostra do que se prepara para a incomparável Mata dos Medos, no mesmo concelho de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um dia de tristeza e pesar para os portugueses.</p>
<p>Mais um pedaço da nossa história e do nosso património vivo, destruído na incontrolável propagação de estradas, como metástases que alastram descontroladamente pelo nosso território. </p>
<p>Isto é apenas uma pequena amostra do que se prepara para a incomparável Mata dos Medos, no mesmo concelho de Almada (mais notícias sobre este tema em breve).</p>
<p>Nota: fotos de Susana Noronha.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.arvoresdeportugal.net/2010/12/pinheiro-manso-multicentenario-abatido/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>10</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sobreiro &#8211; A Árvore de Portugal</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2010/11/sobreiro-a-arvore-de-portugal/</link>
		<comments>http://www.arvoresdeportugal.net/2010/11/sobreiro-a-arvore-de-portugal/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 06 Nov 2010 00:33:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Árvores de Portugal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Árvores]]></category>
		<category><![CDATA[Participação Cívica]]></category>
		<category><![CDATA[associação transumância e natureza]]></category>
		<category><![CDATA[árvore nacional de portugal]]></category>
		<category><![CDATA[comunicado]]></category>
		<category><![CDATA[decreto-lei 169/2001]]></category>
		<category><![CDATA[joaquim vieira natividade]]></category>
		<category><![CDATA[quercus suber]]></category>
		<category><![CDATA[sobreiro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.arvoresdeportugal.net/?p=3930</guid>
		<description><![CDATA[O sobreiro em Portugal, sóbrio, rústico, complacente e bonacheirão, vegeta em toda a parte e sujeita-se, com singular e impressionante humildade, às condições mais diversas, por vezes as mais pobres. Joaquim Vieira Natividade in Aspectos da Cultura do Sobreiro em Portugal As associações Árvores de Portugal (AP) e Transumância e Natureza (ATN) formalizaram no passado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>O sobreiro em Portugal, sóbrio, rústico, complacente e bonacheirão, vegeta em toda a parte e sujeita-se, com singular e impressionante humildade, às condições mais diversas, por vezes as mais pobres.</p></blockquote>
<p>Joaquim Vieira Natividade in <i>Aspectos da Cultura do Sobreiro em Portugal</i></p>
<p>As associações Árvores de Portugal (AP) e Transumância e Natureza (ATN) formalizaram no passado Sábado, à sombra do secular <a href="http://www.arvoresdeportugal.net/2010/04/a-arvore-do-cachao/">sobreiro do Cachão</a>, com um aperto de mão entre os respectivos presidentes, o desejo de ver o sobreiro consagrado, oficialmente, como a Árvore Nacional de Portugal.<span id="more-3930"></span></p>
<p>Apesar do sobreiro já estar protegido pelo Decreto-Lei n.º 169/2001, é entendimento de ambas as associações, que o simbolismo da classificação desta espécie como Árvore Nacional de Portugal reforçará o reconhecimento da importância do sobreiro para o nosso país e aumentará a pressão, junto dos diversos poderes, no sentido de serem encontradas novas soluções para os problemas que afectam esta espécie e os sectores de actividade que dela dependem.</p>
<p>Assim sendo, a caminhada que agora se inicia, visa não apenas a classificação do sobreiro como a árvore nacional do nosso país, mas, igualmente, ajudar a criar uma plataforma que funcione como um lóbi de defesa do sobreiro e da sua cultura, procurando ser parte activa na procura de soluções para alguns casos concretos que serão divulgados futuramente.</p>
<p>Esta iniciativa tem o seu ponto de arranque com a divulgação do comunicado que a seguir se transcreve, o qual será enviado à comunicação social. Em breve, será criado um blogue e uma página no <i>Facebook</i>, como forma de publicitar a iniciativa e de angariar apoios e sugestões.</p>
<blockquote><p>As associações Transumância e Natureza e Árvores de Portugal pretendem, com o presente comunicado, lançar um movimento que visa desencadear o processo de atribuição ao sobreiro do estatuto simbólico de Árvore Nacional de Portugal.</p>
<p>Para fundamentar esta pretensão, encontram-se, entre outros, os seguintes motivos:</p>
<p>- Por ser uma espécie com ampla distribuição no território nacional continental, presente desde o Minho ao Algarve, em diferentes ecossistemas naturais. O sobreiro ocupa em Portugal perto de 737 000 hectares (dados do Inventário Florestal Nacional de 2006, não incluindo alguns povoamentos jovens), o que corresponde a cerca de 32% da área que a espécie ocupa no Mediterrâneo ocidental.</p>
<p>- Pela enorme biodiversidade associada aos habitats dominados pelo sobreiro, incluindo espécies em sério risco de extinção e com elevado estatuto de conservação, consideradas prioritárias a nível nacional e internacional.</p>
<p>- Pelo facto dos montados serem um excelente exemplo, de como um sistema agro-silvo-pastoril tradicional pode ser sustentável, preservando os solos e, desse modo, contribuindo para evitar a desertificação e consequente despovoamento/desordenamento do território.</p>
<p>- Pela crescente relevância que os bosques de sobreiro e os montados, incluindo a biodiversidade associada, estão a conquistar junto de novos sectores, como o sector do turismo, traduzindo-se numa mais-valia para as populações locais e para a economia nacional. Sublinhe-se que, na actualidade, existem entidades ligadas a este sector de actividade, que pretendem candidatar o montado a Património da Humanidade, com base no reconhecimento de que se trata de um ecossistema único no mundo.</p>
<p>- Pela sua importância económica e social, resultante do facto de Portugal produzir cerca de 200 000 toneladas de cortiça por ano (mais de 50 % do total mundial), sendo este sector o único onde o nosso país possui uma posição de liderança a nível internacional, desde a matéria-prima até à comercialização, passando pela transformação. A perda desta liderança representaria um descalabro económico, social e ambiental sem paralelo para o nosso país.</p>
<p>As duas associações que subscrevem este documento tudo farão para que, futuramente, se possam juntar a este movimento, diversas instituições nacionais e todos os cidadãos a título individual que assim o desejem, incluindo todos os que, directa ou indirectamente, estão relacionados com a cultura do sobreiro e com os produtos e serviços que dependem desta espécie e das formações vegetais que domina, com especial destaque para a indústria corticeira.</p>
<p>Estamos cientes que, apesar da vigência do Decreto-Lei n.º 169/2001, há ainda um longo caminho a trilhar, junto das diversas instâncias da sociedade, para se conseguir uma sensibilização que conduza a uma efectiva preservação desta espécie e dos valores biológicos, paisagísticos, económicos e culturais associados à mesma.</p>
<p>A classificação do sobreiro como Árvore Nacional de Portugal, poderia, em adição ao simbolismo do acto, ajudar a tornar mais visíveis os graves problemas associados, no presente, à cultura e preservação desta espécie, contribuindo, desta forma, para aumentar a pressão no sentido de se alcançarem as soluções necessárias para os mesmos. </p>
<p>Algodres, 30 de Outubro de 2010</p>
<p>Associação Transumância e Natureza<br />
Associação Árvores de Portugal</p></blockquote>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.arvoresdeportugal.net/2010/11/sobreiro-a-arvore-de-portugal/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>9</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Final de Tarde. Final de Verão.</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2010/09/final-de-tarde-final-de-verao/</link>
		<comments>http://www.arvoresdeportugal.net/2010/09/final-de-tarde-final-de-verao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 07:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Árvores]]></category>
		<category><![CDATA[Lugares]]></category>
		<category><![CDATA[bosque]]></category>
		<category><![CDATA[coníferas]]></category>
		<category><![CDATA[serra da estrela]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.arvoresdeportugal.net/?p=3690</guid>
		<description><![CDATA[Porque Nem Só de Mar Vive o Verão&#8230; Também pode viver de finais de tarde à sombra de bosques de coníferas, como o das imagens, onde a luz filtrada pelas agulhas mimetiza o encanto e o silêncio de uma floresta nórdica. (Antes que o Verão acabe ou que um qualquer telejornal das oito nos devolva [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Porque <i><a href="http://www.arvoresdeportugal.net/2010/08/nem-so-de-mar-vive-o-verao/">Nem Só de Mar Vive o Verão</a></i>&#8230;</p>
<p>Também pode viver de finais de tarde à sombra de bosques de coníferas, como o das imagens, onde a luz filtrada pelas agulhas mimetiza o encanto e o silêncio de uma floresta nórdica.</p>
<p>(Antes que o Verão acabe ou que um qualquer telejornal das oito nos devolva à realidade triste do país.)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.arvoresdeportugal.net/2010/09/final-de-tarde-final-de-verao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

