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	<title>Árvores de Portugal &#187; Dendroclastia</title>
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	<description>Site da Associação Árvores de Portugal</description>
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		<title>Porreiro, pá</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 22:27:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dendroclastia]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais um episódio de ignorância, com algum ódio à mistura. Desta vez no Redondo, perante o olhar complacente de alguns moradores, condenados, agora, a conviver com estes seres deformados. Uma manhã de trabalho, cerca de dez funcionários, dois tratores e uma empilhadora telescópica. Mangas arregaçadas, ambiente divertido, bom trabalho, agora é que não cai mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Mais um episódio de ignorância, com algum ódio à mistura. Desta vez no Redondo, perante o olhar complacente de alguns moradores, condenados, agora, a conviver com estes seres deformados.<br />
Uma manhã de trabalho, cerca de dez funcionários, dois tratores e uma empilhadora telescópica.<br />
Mangas arregaçadas, ambiente divertido, bom trabalho, agora é que não cai mais nenhum ramo, não tarda estão viçosas, a rebentar cheias de força, com imensas folhinhas verdes. Porreiro, pá.</p></blockquote>
<p><span id="more-5097"></span></p>
<p>Este foi o relato que nos chegou, por parte do leitor Vasco Soeiro, de mais um <em>arboricídio</em>. Desta vez, na vila do Redondo. </p>
<p>Como se pode constatar pelas imagens, está aberta, no Alentejo e no resto do país, nova época de destruição do património arbóreo público das nossas vilas e cidades. Destruição paga com os nossos impostos e com a justificação, errada, de ser feita a bem das árvores e a bem da nossa segurança.</p>
<p>Sabendo dos constrangimentos financeiros que padecem os nossos municípios, receio bem que mesmo as autarquias que, no passado, souberam optar pela qualidade na hora de atribuir a manutenção das árvores nos seus concelhos, optem agora pelo preço mais barato praticado por tantas empresas que operam no setor, sem qualquer funcionário com preparação para executar este tipo de intervenção.</p>
<p>(Fotografias da autoria de Vasco Soeiro)</p>
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		<title>Era Uma Rua Com Sombra</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 08:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dendroclastia]]></category>
		<category><![CDATA[abates]]></category>
		<category><![CDATA[loulé]]></category>
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		<description><![CDATA[A Câmara Municipal de Loulé volta ao ataque às suas árvores. Mais abates sem aviso antecipado (ver a série de textos &#8220;II Exposição Sobre o Abate de Árvores no Concelho de Loulé&#8221; no blogue MAC Loulé). Por arremedo de informação, esta folha de papel colada nas árvores, onde a principal preocupação são os carros estacionados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara Municipal de Loulé volta ao ataque às suas árvores.<span id="more-5056"></span></p>
<p>Mais abates sem aviso antecipado (ver a série de textos <a href="http://macloule.blogspot.com/search?q=II+Exposi%C3%A7%C3%A3o+Sobre+o+Abate+de+%C3%81rvores+no+Concelho+de+Loul%C3%A9">&#8220;II Exposição Sobre o Abate de Árvores no Concelho de Loulé&#8221;</a> no blogue MAC Loulé). Por arremedo de informação, <a href="http://4.bp.blogspot.com/-ZUDX9lWfr_8/Trxivg0TyeI/AAAAAAAACT8/5j8wKfo7pKE/s1600/Imagem6Novembro2012%2B143.jpg">esta</a> folha de papel colada nas árvores, onde a principal preocupação são os carros estacionados e a justificação da intervenção se fica por duas linhas e meia. Continua por ser apresentado qualquer estudo ou sequer uma opinião técnica que fundamente esses abates. A supressão de mais de 99% das copas das sobreviventes, essa não tem qualquer justificação possível. É pura ignorância e do pior tipo: a ignorância arrogante.</p>
<p>Interessante é relembrar que, aquando da minha conversa com o senhor vice-presidente da CML, relativa ao <a href="http://www.arvoresdeportugal.net/2010/03/loule-abate-alameda-de-tilias-no-dia-da-arvore/">abate das tílias</a> na Praça da República, me ter sido garantido que neste concelho, desde que ele tinha assumido o cargo, este tipo de intervenção (podas drásticas e rolagens) tinham sido banidas das práticas camarárias. A intervenção na maior <a href="http://www.arvoresdeportugal.net/2009/11/a-araucaria/">araucária</a> do concelho e esta recente razia das árvores da Av. 25 de Abril provam exactamente o contrário. </p>
<p>Por outro lado, as últimas imagens mostram porque as árvores em Loulé estão condenadas a viver pouco tempo. Neste local há espaço de sobra para alargar as caldeiras. Em vez disso, cortam-se as raízes mas as caldeiras voltam a ficar do mesmo tamanho. Então, para que se mexeu? </p>
<p>Cruel ironia é, no mesmo local, se apelar à colaboração dos munícipes (sim, os mesmos que foram sobranceiramente ignorados quando se decidiu abater e arrasar o verde desta avenida) na &#8220;preservação do ambiente&#8221;. Olha para o que eu digo&#8230;</p>
<p>Mas as árvores em Loulé continuam a ser úteis. Pelo menos no Natal. Poupam-se uns tantos postes de fixação da iluminação festiva (imagem 5). Se calhar, até vamos ter um efeito muito mais bonito sem todas aquelas frondosas copas a atrapalhar.</p>
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		<title>O Que Se Aprende Na Escola</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Nov 2011 08:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dendroclastia]]></category>
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		<category><![CDATA[valença]]></category>

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		<description><![CDATA[Em Valença, do 1º Ciclo ao Ensino Secundário, isto o que se vê nas escolas e o que se ensina aos alunos. E depois queremos que eles venham a ser adultos bem formados, membros responsáveis da sociedade. Talvez estes alunos, vítimas destes maus tratos intelectuais (não tenhamos dúvidas que uma paisagem destas em todos os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em Valença, do 1º Ciclo ao Ensino Secundário, isto o que se vê nas escolas e o que se ensina aos alunos. E depois queremos que eles venham a ser adultos bem formados, membros responsáveis da sociedade. </p>
<p>Talvez estes alunos, vítimas destes maus tratos intelectuais (não tenhamos dúvidas que uma paisagem destas em todos os espaços escolares em redor, é uma agressão à sensibilidade das crianças), venham apenas a reflectir a formação, ou falta dela, dos adultos de hoje. No futuro não nos poderemos queixar, a educação destes jovens é da nossa exclusiva responsabilidade.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Abate de Plátanos na  Foz do Douro</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 06:30:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Árvores de Portugal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dendroclastia]]></category>
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		<category><![CDATA[foz do douro]]></category>
		<category><![CDATA[plátanos]]></category>
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		<description><![CDATA[A Árvores de Portugal foi alertada por um cidadão do Porto, António Santos Cunha (autor das fotografias que reproduzimos), para o abate de um conjunto de plátanos na zona da Foz Velha, na freguesia da Foz do Douro. As fotografias mostram alguns pormenores dessa intervenção e, no caso da foto mais à direita, árvores que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Árvores de Portugal foi alertada por um cidadão do Porto, António Santos Cunha (autor das fotografias que reproduzimos), para o abate de um conjunto de plátanos na zona da Foz Velha, na freguesia da Foz do Douro. As fotografias mostram alguns pormenores dessa intervenção e, no caso da foto mais à direita, árvores que ainda não foram intervencionadas, mas que estarão também marcadas para abate.<span id="more-4878"></span></p>
<p>Os plátanos em causa estarão a ser abatidos por uma pretensa situação de falta de segurança. Assim sendo, decidimos remeter o seguinte <i>e-mail</i> à Câmara Municipal do Porto a solicitar esclarecimentos urgentes sobre este caso, na expectativa que seja (ainda) possível salvar algumas árvores:</p>
<blockquote><p>Tendo sido informados do abate de um conjunto de plátanos no lugar da Foz Velha, na Foz do Douro, vimos, por este meio, questionar a vossa autarquia sobre os motivos que levaram a este tipo de intervenção.<br />
Assim sendo, gostaríamos que os vossos serviços divulgassem o relatório técnico que, alegadamente, sustentará esta decisão.<br />
De igual modo, gostaríamos de saber se foram ponderadas outras soluções e quais os motivos que levaram a este desfecho, ou seja, por que motivo não foram tomadas atempadamente medidas que pudessem ter evitado este triste episódio. Isto, claro, assumindo que efetivamente existem motivos para cortar estas árvores, situação que ainda está por esclarecer.<br />
Por último, gostaríamos de saber se a população foi informada desta intervenção e esclarecida sobre os motivos da mesma; ou se, como repetidamente acontece por todo o país, as populações se viram privadas, de um dia para o outro e sem qualquer explicação, da presença de árvores que marcavam o seu dia a dia e a paisagem urbana há várias gerações.<br />
Agradecemos uma resposta urgente a este pedido de informações. Confiantes que este pedido merecerá, da vossa parte, a maior atenção, aguardamos pelos vossos esclarecimentos.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Arboricídio em Santo Amaro de Oeiras</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2011/08/arboricidio-em-santo-amaro-de-oeiras/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2011 09:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Árvores de Portugal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dendroclastia]]></category>
		<category><![CDATA[Participação Cívica]]></category>
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		<category><![CDATA[comunicado]]></category>
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		<description><![CDATA[Nos últimos dias, chegou-nos, através do Núcleo Regional de Lisboa da Quercus, mais uma denuncia de abate indiscriminado de árvores. Desta vez em Santo Amaro de Oeiras, onde se prevê o abate de 90% do arvoredo das ruas. Assim, a Quercus e Árvores de Portugal decidiram emitir o comunicado conjunto, que abaixo transcrevemos. A freguesia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos dias, chegou-nos, através do Núcleo Regional de Lisboa da Quercus, mais uma denuncia de abate indiscriminado de árvores. Desta vez em Santo Amaro de Oeiras, onde se prevê o abate de 90% do arvoredo das ruas. Assim, a Quercus e Árvores de Portugal decidiram emitir o comunicado conjunto, que abaixo transcrevemos.<span id="more-4831"></span></p>
<blockquote><p>A freguesia de Santo Amaro de Oeiras é uma das áreas habitacionais consolidadas mais harmoniosas de toda a Área Metropolitana de Lisboa. Caracteriza-se por um arranjo paisagístico agradável, constituído por árvores de grande porte que lhe conferem condições ecológicas únicas, propiciadoras de boa qualidade de vida aos seus moradores. Até agora!</p>
<p>Durante este Verão, a Câmara Municipal de Oeiras, tem vindo a proceder ao abate destas árvores, sem que os munícipes tenham sido de antemão informados das razões de tal intervenção.</p>
<p>Interpelada pelos moradores, invoca a CMO, através do Departamento do Ambiente, o alegado mau estado dos espécimes arbóreos e a “ reorganização do espaço “, que justificariam, no entendimento camarário, o sacrifício de 90% das árvores existentes.</p>
<p>Para o Núcleo Regional de Lisboa da Quercus-A.N.C.N. e para a Associação Árvores de Portugal, as explicações dadas pela Câmara Municipal de Oeiras, são muito insuficientes, razão pela qual foi endereçado ao Presidente da Câmara pedido de informação detalhado com carácter de urgência.</p>
<p>Qualquer processo de Planeamento nacional ou municipal, tanto por imposição legal, como em cumprimento das mais elementares regras de participação pública, carece de prévia e alargada divulgação junto dos interessados, de molde a permitir a participação das populações nas decisões que lhes digam respeito. O que in casu não se verificou.</p>
<p>Mais preocupante se mostra o facto de, segundo as próprias informações colhidas pelos moradores junto da Autarquia, não estar o plano de intervenção totalmente definido, indiciando que em nome do aumento dos lugares de estacionamento sejam sacrificados exemplares arbóreos de grande porte, como já verificado de resto noutras zonas do Concelho.</p>
<p>É igualmente grave que a Câmara Municipal de Oeiras invoque eventuais razões fitossanitárias sem que, no entanto, apresente publicamente análises ou relatórios de qualquer laboratório de patologia vegetal ou de outro técnico credenciado para o efeito. </p>
<p>A alteração da organização, imagem, paisagem e condições micro-climáticas, serão profundas, e irreversíveis, constituindo um impacte extremamente negativo, impossível de minimizar, quaisquer que sejam as medidas a aplicar, redundando num rude golpe para o ambiente urbano e a qualidade de vida dos moradores e frequentadores de Santo Amaro de Oeiras.</p>
<p>O abate de 90% das árvores de Santo Amaro de Oeiras, a confirmar-se, deixará marcas indeléveis na estrutura ecológica local e no bem-estar da população.</p>
<p>Acresce que a pretensa intenção de replantação, não minimizará de forma alguma o impacto da perda súbita de quase todo o arvoredo adulto desta área. </p>
<p>O Núcleo de Lisboa da Quercus-A.N.C.N. e a Associação Árvores de Portugal deploram a atitude da Câmara Municipal de Oeiras; instam à imediata suspensão dos trabalhos de abate em curso, e á divulgação pública do real estado fitossanitário dos espécimes arbóreos existentes e, bem assim, seja colocado em consulta pública o “plano” de reorganização do espaço invocado para justificar este atentado ao ambiente de todo o Concelho de Oeiras.</p>
<p>Lisboa, 31 de Agosto de 2011</p></blockquote>
<p>Fotos de uma moradora que denunciou a situação.</p>
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		<title>Ridículo</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Aug 2011 07:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dendroclastia]]></category>
		<category><![CDATA[covilhã]]></category>
		<category><![CDATA[escola básica do rodrigo]]></category>
		<category><![CDATA[podas]]></category>
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		<description><![CDATA[Esta foi a escola primária na qual estudei, a Escola do Rodrigo, no bairro do mesmo nome, na Covilhã. No meu tempo, longe de imaginarmos telemóveis, consolas de jogos ou Internet, todas as brincadeiras nos intervalos das aulas se processavam no exterior, excepto em dias de temporal. Em dias de canícula, o recreio e as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta foi a escola primária na qual estudei, a Escola do Rodrigo, no bairro do mesmo nome, na Covilhã.</p>
<p>No meu tempo, longe de imaginarmos telemóveis, consolas de jogos ou <i>Internet</i>, todas as brincadeiras nos intervalos das aulas se processavam  no exterior, excepto em dias de temporal.<span id="more-4779"></span> </p>
<p>Em dias de canícula, o recreio e as salas de aula beneficiavam da sombra de duas belíssimas tílias. Já lá vão muitos anos, é certo, mas desses dias não recordo o calor como algo que nos preocupasse, pelo menos não tanto como a ideia de uma chamada ao quadro para resolver um problema de Matemática ou a ideia de apanharmos duas ou três valentes reguadas.</p>
<p>Também não recordo nenhum acidente, por menor que fosse, que tivesse envolvido as tílias do recreio, apesar das dezenas de crianças que brincavam sob as suas copas, todos os dias. No espaço exterior, que nem sequer era vedado, facilmente arranjávamos utensílios de brincadeira como ferros ou pedras, algumas de dimensão considerável. Por isso, acreditem, não eram as tílias quem colocava a nossa segurança em risco. </p>
<p>Porém, com o passar dos anos, os tempos foram mudando e a segurança tornou-se (quase) uma obsessão. Suponho que esse tenha sido o motivo pelo qual a escola foi vedada e o chão cimentado. Alguém terá achado que, dentro dessa suposta política de segurança, convinha igualmente rolar as tílias. Apesar de não ser segredo para ninguém, que esta prática debilita as árvores, diminuindo a sua longevidade e originando rebentos de inserção mais frágil.</p>
<p>O que aconteceu foi que, rolagem após rolagem, as tílias nunca mais recuperaram as suas copas que inundavam de verde refrescante, ano após ano, o pátio principal da escola. Desnudadas as árvores, incapazes de desempenhar a sua função, o pátio do recreio tornou-se num espaço tórrido e desconfortável. </p>
<p>Nada que a muitas vezes subestimada arte do desenrascanço, a grande contribuição dos portugueses para o mundo, não tenha conseguido resolver: se as árvores não dão sombra, coloca-se uma tela, quem sabe, <em>made in China</em>, para fazer sombra.</p>
<p>E as salas, como se resolve o problema do aquecimento das salas? Instalando aparelhos de ar condicionado (como se pode verificar pela imagem mais à direita). O contribuinte paga o progresso&#8230;</p>
<p>Confesso que não consigo compreender a utilidade de uma árvore ornamental que não embeleza, nem dá sombra ao local onde está plantada. Será que estas tílias se mantêm como exemplo prático do que não se deve fazer a uma árvore? Será que no dia 21 de Março, os meus colegas professores desta escola levam os seus alunos ao recreio, apontam para estas árvores e exclamam: meninos, isto é o que não se deve fazer a uma árvore!</p>
<p>Uma coisa eu sei. Estas tílias, tal como a <a href="http://www.arvoresdeportugal.net/2011/08/ma-sina-nascer-arvore/">pseudotsuga</a> de que falei no outro dia, faziam parte daquilo que classifico como as árvores da minha vida, ou seja, exemplares que ajudaram a moldar o meu conceito de árvore, espécimes que ajudaram a criar o meu amor por estes seres magníficos. Tivesse eu crescido numa escola de árvores roladas e teria tido muito mais dificuldade em perceber o que é uma árvore.</p>
<p>(Em anos mais recentes, foi plantada, ao centro, uma terceira tília. Este ano, como se pode constatar pela imagem mais à esquerda, tirada no início da Primavera passada, alguém decidiu dar-lhe tratamento similar às duas tílias mais velhas. A beleza, já se sabe, incomoda muito gente.)</p>
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		<title>Abate de Árvores em Mata Nacional</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Aug 2011 07:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Árvores de Portugal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dendroclastia]]></category>
		<category><![CDATA[Participação Cívica]]></category>
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		<category><![CDATA[mata nacional dos sete montes]]></category>
		<category><![CDATA[tomar]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebemos a denúncia, e o conjunto de fotografias que a acompanham, que a seguir transcrevemos, relativa ao abate de árvores na Mata Nacional dos Sete Montes, em Tomar: A Mata Nacional dos Sete Montes era o ex-líbris em termos de património da cidade de Tomar. Possuía 39 hectares de florestas e jardins que, pertenceram durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebemos a denúncia, e o conjunto de fotografias que a acompanham, que a seguir transcrevemos, relativa ao abate de árvores na Mata Nacional dos Sete Montes, em Tomar:<span id="more-4787"></span></p>
<blockquote><p>A Mata Nacional dos Sete Montes era o ex-líbris em termos de património da cidade de Tomar. Possuía 39 hectares de florestas e jardins que, pertenceram durante séculos à Ordem de Cristo. Em 1938 voltou à posse do Estado depois de ter pertencido durante um século à família Costa Cabral que a tinha adquirido em conjunto com o Convento de Cristo.<br />
A flora era rica, aqui podiam encontrar-se pinheiros mansos e bravos, carvalhos, olaias, plátanos, ciprestes e oliveiras seculares.<br />
Actualmente os visitantes da Mata, e especialmente quem os que a conheceram até há meses atrás, vão deparar-se com um cenário triste e revoltante. Dos 39 hectares, quase metade foi literalmente desertificada a propósito de um projecto de requalificação da Mata. Centenas de árvores seculares e saudáveis foram abatidas tendo ficado para trás apenas moitas, silvas e ramos secos que, curiosamente, não foram incluídos neste engenhoso plano de (des)qualificação. A encosta virada a sul contígua à muralha do castelo encontra-se completamente despida, o vento circula agora livremente pelo vale tornando desagradável o passeio pela Mata. Do lado norte escasseiam agora as sombras, nem se ouvem já o restolhar das árvores ou o som dos pica-paus.<br />
Pelos caminhos vêm-se a cada passo os estragos provocados pelos rodados das máquinas. Na avenida dos plátanos (como chamo à avenida da foto), ainda mais ou menos preservada, encontram-se sacos e garrafas de plástico. Que espécie de requalificação com percurso turístico pretenderá o Sr. Dr. Corvêlo de Sousa ao dizimar a flora e fauna da Mata?</p></blockquote>
<p>Tendo por base a denúncia anterior, foi enviado o seguinte e-mail à Câmara Municipal de Tomar:</p>
<blockquote><p>A Associação Árvores de Portugal vem, por este meio, e tendo por base uma denúncia relativa ao abate de dezenas de árvores na Mata Nacional dos Sete Montes, inquirir sobre os motivos que presidiram a este arboricídio.<br />
Deste modo, pretendemos saber, e estamos certos que a população de Tomar nos acompanha neste pedido, qual, ou quais, os motivos que presidiram à decisão de abater o arvoredo existente, numa área tão significativa. Esperamos, sinceramente, que estes motivos tenham uma sólida fundamentação científica, e que não se tenham ficado a dever a pretensas requalificações, pretendendo impor soluções estéticas à conta da destruição leviana de património biológico de valor incalculável.<br />
Para finalizar, gostaríamos de saber se a população de Tomar foi informada, antecipadamente, acerca dos contornos desta intervenção e se esta foi, independentemente dos motivos que a ditaram, precedida de um estudo que tenha identificado a biodiversidade afectada e se foram implementadas medidas para minorar os impactos na mesma.<br />
Agradecidos pela atenção dispensada, atentamente.</p></blockquote>
<p><strong>NOTA:</strong> A Associação Árvores de Portugal actualizará este texto na eventualidade de obtermos uma resposta por parte da Câmara Municipal de Tomar.</p>
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		<title>Má Sina Nascer Árvore</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Aug 2011 08:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já o disse por diversas vezes e volto-o a dizer. Gostar de árvores, em Portugal, é um acto de masoquismo. Gostar de uma árvore ou de um dado bosque é sofrer por antecipação. É um acto de amor com prazo de validade. Cedo demais virá o podador ou o fogo que nos destruirá esse sentimento. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já o disse por diversas vezes e volto-o a dizer. Gostar de árvores, em Portugal, é um acto de masoquismo. Gostar de uma árvore ou de um dado bosque é sofrer por antecipação. É um acto de amor com prazo de validade. Cedo demais virá o podador ou o fogo que nos destruirá esse sentimento.<span id="more-4760"></span></p>
<p>Na Covilhã, as pseudotsugas, ou abetos-de-douglas, são as rainhas entre as árvores. São dezenas de exemplares altivos, em jardins públicos ou espaços privados, aparentando uma boa adaptação ao clima da cidade e, sobretudo, beneficiando da generosidade dos podadores, os mesmos que, a cada Inverno, não demonstram essa mesma benevolência com os plátanos, tílias e demais folhosas.</p>
<p>Este exemplar não era (e como custa conjugar o verbo no passado) o mais alto da cidade, mas era a <em>minha</em> pseudotsuga. Aquela que me habituei a ver crescer durante mais de trinta anos, da janela da minha casa. </p>
<p>Mais uma árvore riscada da lista das árvores da minha vida. E já sobram poucas&#8230;</p>
<p>Para esta, não houve, sequer, o esboçar de uma desculpa esfarrapada que pudesse justificar o vil acto que as fotos evidenciam. Entre os pretensos pecados que a condenaram à execução, houve um que me surpreendeu pela particular idiotice do mesmo. Aparentemente, um dos condóminos queixava-se que a árvore fazia muita sombra. Ora, está bem de se ver, no nosso país, sombra é coisa que não faz falta nenhuma.</p>
<p>Chegados a este ponto, em que as árvores têm a ousadia de nos oferecer a sua sombra, é natural que, breve, nos comecemos a queixar de outras coisas igualmente absurdas, como as galinhas porem ovos ou a chuva nos molhar.</p>
<p>Admito perfeitamente a possibilidade de eu próprio ser um pouco estúpido e não compreender as verdades mais simples da vida; mas, se uma árvore não serve para nos dar sombra, serve afinal para quê?</p>
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		<title>Abate de Eucalipto Monumental em Coimbrões</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Aug 2011 14:40:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dendroclastia]]></category>
		<category><![CDATA[abates]]></category>
		<category><![CDATA[coimbrões]]></category>
		<category><![CDATA[eucalipto]]></category>
		<category><![CDATA[vila nova de gaia]]></category>

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		<description><![CDATA[O leitor Paulo Pereira alertou-nos para o abate de um eucalipto monumental, situado em Coimbrões (Vila Nova de Gaia), como ilustrado pelas fotos que gentilmente nos enviou. Ao escrever sobre este assunto, penso no cenário com que fui confrontado, chegado de férias, à casa dos meus pais na Covilhã, onde me deparei com mais uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O leitor Paulo Pereira alertou-nos para o abate de um eucalipto monumental, situado em Coimbrões (Vila Nova de Gaia), como ilustrado pelas fotos que gentilmente nos enviou. Ao escrever sobre este assunto, penso no cenário com que fui confrontado, chegado de férias, à casa dos meus pais na Covilhã, onde me deparei com mais uma árvore irremediavelmente decepada. Não uma árvore qualquer, mas uma pseudotsuga monumental que vi crescer ao longo de quase quarenta anos.<span id="more-4705"></span></p>
<p>Por este motivo, e por todas as outras árvores da minha vida que já perdi às mãos da ignorância, consigo perceber os sentimentos do Paulo e dos seus vizinhos face à perda deste eucalipto. Se no caso da pseudotsuga, de que aqui falarei brevemente, e de tantas outras árvores por todo o país, os abates ou as selváticas podas a que são sujeitas se ficam a dever estritamente a sentimentos de ódio à árvore, no caso deste eucalipto de Coimbrões a situação requer uma análise ligeiramente diferente. Isto porque, com base numa série de comentários deixados na nossa página no <em>Facebook</em>, na qual já tínhamos divulgado esta notícia, a decisão de abater esta árvore terá sido precedida por um estudo técnico, da autoria do arboricultor Paulo Moura, a partir do qual se terá concluído sobre a impossibilidade de salvar este eucalipto.</p>
<p>Eis em resumo o que penso sobre este assunto e, em geral, sobre todas as situações de abate de árvores em meio urbano. Reitero que esta opinião vincula apenas a minha pessoa e não a Associação Árvores de Portugal, à qual pertenço.</p>
<p>1) Um exemplar monumental como este deveria estar, há muito, classificado como árvore de interesse público e, atempadamente, deveriam ter sido tomadas as medidas que evitassem, ou mitigassem, os factores que conduziram à sua degradação.</p>
<p>2) Não contesto o estudo técnico, o qual não conheço e, mesmo que conhecesse, decerto teria dificuldade em decifrar e, eventualmente, contestar o seu teor, pois não sou especialista na matéria. Pelo contrário, há muito que defendo que a manutenção das árvores deve ser feita estritamente por pessoas habilitadas para tal e qualquer decisão drástica e definitiva, como a decisão de abater um dado espécime, deve ser precedida de um rigoroso estudo que evidencie, sem qualquer margem para dúvida, (reafirmo: sem qualquer margem para dúvida!), que tal espécime não pode ser salvo e que representa, sem margem para dúvida, um iminente perigo para a segurança.</p>
<p>3) Se me derem garantias que um dado estudo técnico é rigoroso, cientificamente inatacável e que as conclusões do mesmo estão isentas de qualquer tipo de pressão externa, nomeadamente no sentido do abate de uma dada árvore, eu não tenho problemas em aceitá-lo. Uma vez mais, reafirmo-o, desde que fique claro quais os motivos pelos quais essa árvore não pode ser reabilitada, de modo a garantir que a sua continuidade não põe em risco a segurança das pessoas e dos seus bens. Porque, há que dizê-lo com frontalidade, se o único argumento para não reabilitar uma dada árvore é um argumento economicista, terão que ser obrigatoriamente ponderados, no outro prato da balança, e antes de tomada a decisão final, todos os custos ambientais, sociais e paisagísticos inerentes à decisão do abate.</p>
<p>4) Pouca gente neste país gostará tanto de árvores como eu, pelo menos ao ponto de lhes dedicar tantas e tantas horas de escrita e de luta na sua defesa. Porém, sempre procurei que esse amor não me toldasse a objectividade com que certas questões devem ser encaradas. Em meio urbano, ao contrário do que acontece numa floresta isolada, não nos podemos dar ao luxo de deixar cair uma árvore, sabendo que possuíamos informação que poderia ter evitado esse desfecho. E não nos podemos dar a esse luxo, não apenas pelas vítimas humanas e danos materiais que daí poderiam advir, mas porque sempre que cai uma árvore numa cidade portuguesa, tal dá origem a uma pressão popular que as autarquias, por populismo e ignorância, não contrariam, e que culmina na poda radical de dezenas e dezenas de árvores saudáveis.</p>
<p>Aliás, são as próprias autarquias, a montante, as responsáveis por muitos destes tristes desfechos, através da escolha incorrecta das árvores e dos locais onde estas são plantadas, das citadas podas radicais e da constante abertura de valas, sem qualquer supervisão, que destroem grande parte do sistema radicular das árvores, ou seja, da sua sustentação. São todos estes atropelos e más práticas os responsáveis por em Portugal, raramente, uma árvore monumental chegar a velha; nas nossas cidades, as árvores ou são muito novas ou sofrem de um envelhecimento precoce, com troncos podres e copas raquíticas, em resultado de podas injustificáveis.</p>
<p>5) Mas voltando ao caso concreto deste abate, e mesmo assumindo que existiriam razões que tornavam inevitável este lamentável desfecho, não compreendo que esta situação não tenha sido antecipadamente explicada à população, através de uma sessão pública de esclarecimento, na qual se pudesse explicar aos cidadãos, com todos os pormenores, os motivos pelos quais era necessário proceder ao corte deste eucalipto; e, mais importante, que se divulgassem os responsáveis de se ter chegado à situação de ser necessário cortar esta árvore.</p>
<p>Esta decisão de informar antecipadamente as pessoas, para além de demonstrar respeito pelas suas opiniões e sentimentos, demonstraria, por parte da autarquia, a sua boa-fé em todo o processo, pois demonstraria que nada tinha a esconder e propiciaria a oportunidade dos cidadãos recolherem outros pareceres técnicos que, eventualmente, pudessem contribuir para encontrar uma solução que permitisse salvar este eucalipto.</p>
<p>O que não se pode é partir para o ataque às pessoas que amam as árvores, como este eucalipto monumental, e que saíram de forma emotiva em sua defesa, condenando o seu abate. Estas pessoas não são especialistas em árvores e, como tal, não são obrigados a compreender, sem qualquer explicação, por que é se toma a decisão de mandar cortar uma árvore. As pessoas têm que ser informadas, antes e não depois de se cortarem as árvores.</p>
<p>Num país onde ocorrem tantos atropelos às árvores, como os que mencionei anteriormente, onde tantas árvores são cortadas com base em supostos problemas fitossanitários, sem que nunca sejam devidamente demonstrados, é natural que as pessoas não confiem em nada, nem ninguém, quando ocorrem situações destas. Todos temos obrigação de evitar estas desconfianças, informando antes de actuar.</p>
<p>(Fotografias da autoria de Paulo Pereira.)</p>
<p><strong>Adenda:</strong> Depois da árvore abatida já pouco pode ser feito, é certo. Mas há ainda algumas coisas, e importantes, que estão por fazer:</p>
<p>a) Em primeiro lugar, o estudo que justificou esta decisão deve ser tornado público, para dar a oportunidade do mesmo poder ser confrontado com a opinião de outros técnicos e para que sejam conhecidas, ao pormenor, as causas que ditaram este abate; considero que o próprio Paulo Moura, autor do dito estudo, deverá ser o principal interessado em tornar público esse documento, para que não subsistam quaisquer dúvidas sobre a credibilidade e rigor do mesmo.</p>
<p>b) A entidade que tomou a decisão de proceder ao abate, seja a Câmara Municipal de Gaia ou a respectiva Junta de Freguesia, deve pedir desculpas pela forma como se desenrolou todo este processo, nomeadamente por não ter informado antecipadamente os munícipes e, mais importante, por não ter sabido cuidar de uma árvore monumental em espaço público.</p>
<p>c) Por último, a autarquia deveria plantar, neste mesmo local, uma árvore, de espécie adequada às condições físicas do terreno, e mantê-la de forma correcta, ao longo dos anos vindouros, para que as gerações futuras possam dela desfrutar e não ter que testemunhar o seu precoce abate.</p>
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		<title>De Novo, o Ódio à Solta nas Escolas</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jun 2011 22:08:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[escola básica joão franco]]></category>
		<category><![CDATA[fundão]]></category>
		<category><![CDATA[podas]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais imagens de árvores decepadas em escolas públicas portuguesas. Agora no Fundão.</p>
<p>Pegando na mensagem da faixa visível na imagem à esquerda, apelo a que seja dada uma &#8220;nova oportunidade&#8221; às árvores nas escolas. Deixem-nas crescer em paz e elas farão mais pela educação ambiental dos nossos alunos, que mil composições sobre as árvores e a floresta.</p>
<p>(Fotografias de Albano Mendes de Matos.)</p>
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