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	<title>Comentários para Árvores de Portugal</title>
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	<description>Site da Associação Árvores de Portugal</description>
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		<title>Comentário em Abate de Árvores no Jardim do Príncipe Real por Pedro Nuno Teixeira Santos</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2009/11/abate-de-arvores-no-jardim-do-principe-real/comment-page-1/#comment-499</link>
		<dc:creator>Pedro Nuno Teixeira Santos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 15:06:30 +0000</pubDate>
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		<description>De leitura obrigatória, artigo da autoria de Cristina Castel-Branco, presidente da Associação de Jardins e Sítios Históricos, publicado no jornal &lt;i&gt;Público&lt;/i&gt;, de 17 de Fevereiro.

&lt;blockquote&gt;Esperei pela obra para poder ver o &quot;restauro&quot;, pois os elementos que a câmara disponibilizou não permitem qualquer análise profissional. Há 20 anos que sou professora de História da Arte e Restauro de Jardins e tenho experiência de dezenas de jardins históricos para os quais colaborei ou coordenei o restauro. Essas são as razões próximas da reacção que senti face aos erros a que assisti, espreitando pela rede que cerca a obra do Príncipe Real. Foi por causa de uma indignação que senti face à destruição de um jardim do séc. XVI que, em 2003, resolvi criar, com um conjunto de técnicos e proprietários de jardins, a Associação de Jardins e Sítios Históricos, a que presido. É nessa qualidade que falo. Não havendo nenhum painel explicativo e tendo a CML dificultado a informação, espreitei pela rede o jardim em obra, para poder falar:

1. Assisti a uma magnólia centenária a ser &quot;assediada&quot; pela pá de uma rectroescavadora... e arrepiada apercebi-me de que as árvores entraram em obra sem qualquer protecção. Do caderno de encargos não constava a protecção da vegetação?

2. As árvores foram abatidas às dezenas. É certo que fica mais barato dar uma só empreitada aos moto-serristas e madeireiros, mas não é assim que num jardim histórico se deve fazer: as árvores vão sendo substituídas gradualmente, seguindo um plano director que permita manter a sombra nos sítios originais.

3. O desenho dos caminhos desapareceu totalmente e consta dos artigos que li que vão ser alargadas as áreas de pavimento, desrespeitando o desenho inicial dos canteiros. Mas com que critério se altera o desenho de uma jardim histórico? Vi mais e pior, mas detenho-me nesta ideia de alteração do desenho de um jardim do século XIX para apontar à autoria do jardim de 1861. Na memória descritiva da obra, a autora do projecto afirma que &quot;a sua estrutura e desenho devem-se ao seu autor, o jardineiro João Francisco da Silva&quot;. Será que assume que o Príncipe Real foi desenhado por um jardineiro, subentendendo que o jardim não tem pedigree, e que o seu traço não precisa de ser respeitado? Engana-se. Basta aceder à brilhante tese de doutoramento de Teresa Marques, da Universidade do Porto, sobre os jardins deste período para perceber que, nessa altura, a nossa profissão de arquitectos paisagistas era exercida pelos denominados &quot;jardineiros paisagistas&quot;. Subestimar o passado de grandes obras do século XIX é também anular a origem da nossa própria profissão. Está mal.

Para defender casos como este, o Icomos, organismo consultor da UNESCO de que faço parte, criou, em 1981, a Carta de Florença, que consigna regras de restauro de jardins históricos. Portugal subscreveu, e dos 25 artigos da Carta de Florença saliento que um jardim histórico é um monumento e como tal deve ser tratado, de forma a preservar o seu significado cultural, e transmiti-lo às gerações que se seguem. A obra do Príncipe Real não respeita os princípios da Carta de Florença, senão veja-se: Artigo 14. O jardim histórico deve ser conservado num ambiente apropriado. Qualquer modificação do meio físico que faça perigar o equilíbrio ecológico deve ser proscrita. Estas medidas abrangem o conjunto das infra-estruturas internas ou externas (canalizações, sistemas de rega, estradas, caminhos, vedações, muros, poços, noras, etc.). No Príncipe Real, os passeios vão ser alargados, alegando-se razões funcionais. Por esta lógica, também deviam alargar o portal do Mosteiro dos Jerónimos: um milhão de visitantes/ano merece que as condições de entrada sejam adaptadas à &quot;função&quot;.

No Artigo 15. Qualquer restauro de um jardim histórico só será implementado após uma análise aprofundada, que vai da escavação em terreno à recolha de todos os documentos que dizem respeito ao jardim em causa e a jardins análogos. Esta recolha exaustiva garante o carácter científico da intervenção. Antes de qualquer execução, este estudo deverá levar a um projecto de execução a submeter a um exame e a um acordo colegial. Os jardins de Lisboa, e sobretudo os históricos, deviam ter planos de longo prazo trabalhados em conjunto com a Universidade onde se estudam, experimentam e aprofundam com tempo e método os formatos de restauro, reabilitação e recuperação... Talvez ainda se vá a tempo de parar a obra e diminuir os danos. A Associação de Jardins Históricos está disponível para, de forma gratuita, propor soluções que evitem o que ainda se pode evitar e se reponha o que não devia ter sido alterado. &lt;/blockquote&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De leitura obrigatória, artigo da autoria de Cristina Castel-Branco, presidente da Associação de Jardins e Sítios Históricos, publicado no jornal <i>Público</i>, de 17 de Fevereiro.</p>
<blockquote><p>Esperei pela obra para poder ver o “restauro”, pois os elementos que a câmara disponibilizou não permitem qualquer análise profissional. Há 20 anos que sou professora de História da Arte e Restauro de Jardins e tenho experiência de dezenas de jardins históricos para os quais colaborei ou coordenei o restauro. Essas são as razões próximas da reacção que senti face aos erros a que assisti, espreitando pela rede que cerca a obra do Príncipe Real. Foi por causa de uma indignação que senti face à destruição de um jardim do séc. XVI que, em 2003, resolvi criar, com um conjunto de técnicos e proprietários de jardins, a Associação de Jardins e Sítios Históricos, a que presido. É nessa qualidade que falo. Não havendo nenhum painel explicativo e tendo a CML dificultado a informação, espreitei pela rede o jardim em obra, para poder falar:</p>
<p>1. Assisti a uma magnólia centenária a ser “assediada” pela pá de uma rectroescavadora… e arrepiada apercebi-me de que as árvores entraram em obra sem qualquer protecção. Do caderno de encargos não constava a protecção da vegetação?</p>
<p>2. As árvores foram abatidas às dezenas. É certo que fica mais barato dar uma só empreitada aos moto-serristas e madeireiros, mas não é assim que num jardim histórico se deve fazer: as árvores vão sendo substituídas gradualmente, seguindo um plano director que permita manter a sombra nos sítios originais.</p>
<p>3. O desenho dos caminhos desapareceu totalmente e consta dos artigos que li que vão ser alargadas as áreas de pavimento, desrespeitando o desenho inicial dos canteiros. Mas com que critério se altera o desenho de uma jardim histórico? Vi mais e pior, mas detenho-me nesta ideia de alteração do desenho de um jardim do século XIX para apontar à autoria do jardim de 1861. Na memória descritiva da obra, a autora do projecto afirma que “a sua estrutura e desenho devem-se ao seu autor, o jardineiro João Francisco da Silva”. Será que assume que o Príncipe Real foi desenhado por um jardineiro, subentendendo que o jardim não tem pedigree, e que o seu traço não precisa de ser respeitado? Engana-se. Basta aceder à brilhante tese de doutoramento de Teresa Marques, da Universidade do Porto, sobre os jardins deste período para perceber que, nessa altura, a nossa profissão de arquitectos paisagistas era exercida pelos denominados “jardineiros paisagistas”. Subestimar o passado de grandes obras do século XIX é também anular a origem da nossa própria profissão. Está mal.</p>
<p>Para defender casos como este, o Icomos, organismo consultor da UNESCO de que faço parte, criou, em 1981, a Carta de Florença, que consigna regras de restauro de jardins históricos. Portugal subscreveu, e dos 25 artigos da Carta de Florença saliento que um jardim histórico é um monumento e como tal deve ser tratado, de forma a preservar o seu significado cultural, e transmiti-lo às gerações que se seguem. A obra do Príncipe Real não respeita os princípios da Carta de Florença, senão veja-se: Artigo 14. O jardim histórico deve ser conservado num ambiente apropriado. Qualquer modificação do meio físico que faça perigar o equilíbrio ecológico deve ser proscrita. Estas medidas abrangem o conjunto das infra-estruturas internas ou externas (canalizações, sistemas de rega, estradas, caminhos, vedações, muros, poços, noras, etc.). No Príncipe Real, os passeios vão ser alargados, alegando-se razões funcionais. Por esta lógica, também deviam alargar o portal do Mosteiro dos Jerónimos: um milhão de visitantes/ano merece que as condições de entrada sejam adaptadas à “função”.</p>
<p>No Artigo 15. Qualquer restauro de um jardim histórico só será implementado após uma análise aprofundada, que vai da escavação em terreno à recolha de todos os documentos que dizem respeito ao jardim em causa e a jardins análogos. Esta recolha exaustiva garante o carácter científico da intervenção. Antes de qualquer execução, este estudo deverá levar a um projecto de execução a submeter a um exame e a um acordo colegial. Os jardins de Lisboa, e sobretudo os históricos, deviam ter planos de longo prazo trabalhados em conjunto com a Universidade onde se estudam, experimentam e aprofundam com tempo e método os formatos de restauro, reabilitação e recuperação… Talvez ainda se vá a tempo de parar a obra e diminuir os danos. A Associação de Jardins Históricos está disponível para, de forma gratuita, propor soluções que evitem o que ainda se pode evitar e se reponha o que não devia ter sido alterado. </p></blockquote>
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	<item>
		<title>Comentário em Cidade(s) Triste(s) por Miguel Rodrigues</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2010/03/cidades-tristes/comment-page-1/#comment-456</link>
		<dc:creator>Miguel Rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 01:15:28 +0000</pubDate>
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		<description>Seria muito interessante a realização de um estudo psico-sociológico que analisasse a influência da arborização e da desarborização na saúde psicológica das populações urbanas. Os benefício físicos e fisiológicos para as pessoas, já ninguém os questiona embora, tacitamente, quem se sente incomodado pelas árvores, os desvalorize.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Seria muito interessante a realização de um estudo psico-sociológico que analisasse a influência da arborização e da desarborização na saúde psicológica das populações urbanas. Os benefício físicos e fisiológicos para as pessoas, já ninguém os questiona embora, tacitamente, quem se sente incomodado pelas árvores, os desvalorize.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Cidade(s) Triste(s) por Pedro Arrabaça</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2010/03/cidades-tristes/comment-page-1/#comment-455</link>
		<dc:creator>Pedro Arrabaça</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 20:48:06 +0000</pubDate>
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		<description>A enumeração das razões para odiar árvores são um portento. Recentemente, ouvi o incrível argumento das folhas caídas serem escorregadias e ameaçarem precipitar os pobres transeuntes desprevenidos no chão. O factor aterrador suplementar (porque o argumento em si próprio já era suficientemente mau) foi o facto de a afirmação ter partido de um técnico municipal com responsabilidades na gestão do espaço público, que por acaso não era de Braga. E assim se vai vivendo nas nossas nas nossas hostis, desérticas, incultas cidades.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A enumeração das razões para odiar árvores são um portento. Recentemente, ouvi o incrível argumento das folhas caídas serem escorregadias e ameaçarem precipitar os pobres transeuntes desprevenidos no chão. O factor aterrador suplementar (porque o argumento em si próprio já era suficientemente mau) foi o facto de a afirmação ter partido de um técnico municipal com responsabilidades na gestão do espaço público, que por acaso não era de Braga. E assim se vai vivendo nas nossas nas nossas hostis, desérticas, incultas cidades.</p>
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	<item>
		<title>Comentário em Sonho de Uma Tarde de Inverno por Pedro Arrabaça</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2010/03/sonho-de-uma-tarde-de-inverno/comment-page-1/#comment-454</link>
		<dc:creator>Pedro Arrabaça</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 20:29:41 +0000</pubDate>
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		<description>Um bela árvore, um pouco assustadora. No terceiro ângulo parece o esqueleto vivo de um alienígena. Com vento e nevoeiro, deve fazer realmente a imagem ideal do Inverno!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um bela árvore, um pouco assustadora. No terceiro ângulo parece o esqueleto vivo de um alienígena. Com vento e nevoeiro, deve fazer realmente a imagem ideal do Inverno!</p>
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		<title>Comentário em Diz Que é Uma Espécie de Decreto Absurdo por Susana Poças Simões</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2010/02/diz-que-e-uma-especie-de-decreto-absurdo/comment-page-1/#comment-451</link>
		<dc:creator>Susana Poças Simões</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 12:57:43 +0000</pubDate>
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		<description>Esta questão da aplicação do DL 595/99 é muito pertinente para os técnicos autárquicos responsáveis pelos espaços verdes públicos, como é o meu caso, pois frequentemente se deparam com projectos de obras públicas que incluem a Robinia pseudoacacia e são estes técnicos que têm o &quot;poder&quot; de fazer a diferença e simplesmente eleger outra espécie a ser plantada em espaço público. Para além disso, sempre que há a oportunidade (podridões graves, risco de queda, etc) de substituir as existentes, também são os técnicos que têm essa responsabilidade de estarem alertas e actuar de forma &quot;normal&quot; e plantar outras espécies sem carácter invasor. E portanto a mensagem que quero deixar é que, como em todas as profissões e principalmente em municípios com forte cáracter florestal / rural, temos de estar bem informados e fazer cumprir esta lei tão importante, ainda mais neste ano em que se comemora o Ano Internacional da Biodiversidade. 
Cumprimentos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esta questão da aplicação do DL 595/99 é muito pertinente para os técnicos autárquicos responsáveis pelos espaços verdes públicos, como é o meu caso, pois frequentemente se deparam com projectos de obras públicas que incluem a Robinia pseudoacacia e são estes técnicos que têm o “poder” de fazer a diferença e simplesmente eleger outra espécie a ser plantada em espaço público. Para além disso, sempre que há a oportunidade (podridões graves, risco de queda, etc) de substituir as existentes, também são os técnicos que têm essa responsabilidade de estarem alertas e actuar de forma “normal” e plantar outras espécies sem carácter invasor. E portanto a mensagem que quero deixar é que, como em todas as profissões e principalmente em municípios com forte cáracter florestal / rural, temos de estar bem informados e fazer cumprir esta lei tão importante, ainda mais neste ano em que se comemora o Ano Internacional da Biodiversidade.<br />
Cumprimentos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em A Sanha Vingadora por Rui Pedro Lérias</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2010/03/a-sanha-vingadora/comment-page-1/#comment-447</link>
		<dc:creator>Rui Pedro Lérias</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 23:08:08 +0000</pubDate>
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		<description>Quer isso dizer que sempre que alguém é atropelado numa passadeira manda-se abater todos os carros que apresentem qualquer dano, certo?

Também achei que não. E no entanto, infelizmente, os carros matam muito mais sem que ninguém pestaneje.

É a ignorância aliada ao oportunismo. De facto somos um povo que odiamos árvores.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quer isso dizer que sempre que alguém é atropelado numa passadeira manda-se abater todos os carros que apresentem qualquer dano, certo?</p>
<p>Também achei que não. E no entanto, infelizmente, os carros matam muito mais sem que ninguém pestaneje.</p>
<p>É a ignorância aliada ao oportunismo. De facto somos um povo que odiamos árvores.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Tornar-se sócio por Quinta do Sargaçal &#8211; Junte-se à Associação Árvores de Portugal</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/about-2/tornar-se-socio/comment-page-1/#comment-446</link>
		<dc:creator>Quinta do Sargaçal &#8211; Junte-se à Associação Árvores de Portugal</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 02:18:13 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Chegou a altura de nos juntarmos a esta nova associação. Não custa muito e é para a vida, porque a associação não cobra quotas anuais. Tem sido um ano péssimo para as árvores, todos seremos poucos para as defender. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[…] Chegou a altura de nos juntarmos a esta nova associação. Não custa muito e é para a vida, porque a associação não cobra quotas anuais. Tem sido um ano péssimo para as árvores, todos seremos poucos para as defender. […]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Bilhete Postal de Colares por Pedro Arrabaça</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2010/02/bilhete-postal-de-colares/comment-page-1/#comment-445</link>
		<dc:creator>Pedro Arrabaça</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 21:23:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.arvoresdeportugal.net/?p=2080#comment-445</guid>
		<description>A evolução da EP é lamentável, de notável construtor da paisagem Portuguesa para notável destruidor.

Quanto ao silêncio da Câmara Municipal de Sintra, não é, infelizmente, nada surpreendente: a ineficiência dessa enorme autarquia é quase lendária, não se restringindo às árvores por que está incumbida de zelar! Ainda assim, pode ser que daqui a mais uns tempos, após os percursos sinuosos da sua burocracia, saia uma qualquer resposta, mesmo que irrelevante.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A evolução da EP é lamentável, de notável construtor da paisagem Portuguesa para notável destruidor.</p>
<p>Quanto ao silêncio da Câmara Municipal de Sintra, não é, infelizmente, nada surpreendente: a ineficiência dessa enorme autarquia é quase lendária, não se restringindo às árvores por que está incumbida de zelar! Ainda assim, pode ser que daqui a mais uns tempos, após os percursos sinuosos da sua burocracia, saia uma qualquer resposta, mesmo que irrelevante.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em A Sanha Vingadora por João Bicho</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2010/03/a-sanha-vingadora/comment-page-1/#comment-444</link>
		<dc:creator>João Bicho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 15:08:02 +0000</pubDate>
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		<description>O que me espanta é a pronta destruição de elementos de prova (isso é crime!). Também me espanta que a policia fique indiferente a este crime. 

Falta tornar crime este tipo de ocorrência, porque entendo que há responsáveis que deveriam responder por estas perdas tão pesadas para as famílias das vítimas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que me espanta é a pronta destruição de elementos de prova (isso é crime!). Também me espanta que a policia fique indiferente a este crime. </p>
<p>Falta tornar crime este tipo de ocorrência, porque entendo que há responsáveis que deveriam responder por estas perdas tão pesadas para as famílias das vítimas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em A Sanha Vingadora por José Rui Fernandes</title>
		<link>http://www.arvoresdeportugal.net/2010/03/a-sanha-vingadora/comment-page-1/#comment-443</link>
		<dc:creator>José Rui Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 16:28:13 +0000</pubDate>
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		<description>Felizmente, estes casos são raríssimos. Se utilizássemos o mesmo critério para cada acidente que acontece, ainda não se tinha saído das cavernas. Como diz no texto, sensato seria proceder a uma avaliação do estado das árvores — antes. Não evitava todos os acidentes, mas evitaria alguns.
Outra coisa sensata, seria que num fim de semana em que a protecção civil emite alertas vermelhos por causa do vento, os pais não deixarem os filhos brincar lá fora. Pode ser uma árvore, uma tampa de ecoponto, uma telha, uma chapa de zinco que voa...
É caso para questionar para que servem os alertas da protecção civíl e também porque se emitem tantos alertas sem significado, tornando o assunto uma banalidade. A agenda é mediática, ou para proteger as pessoas?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Felizmente, estes casos são raríssimos. Se utilizássemos o mesmo critério para cada acidente que acontece, ainda não se tinha saído das cavernas. Como diz no texto, sensato seria proceder a uma avaliação do estado das árvores — antes. Não evitava todos os acidentes, mas evitaria alguns.<br />
Outra coisa sensata, seria que num fim de semana em que a protecção civil emite alertas vermelhos por causa do vento, os pais não deixarem os filhos brincar lá fora. Pode ser uma árvore, uma tampa de ecoponto, uma telha, uma chapa de zinco que voa…<br />
É caso para questionar para que servem os alertas da protecção civíl e também porque se emitem tantos alertas sem significado, tornando o assunto uma banalidade. A agenda é mediática, ou para proteger as pessoas?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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